Vicente J C Corvo
Vicente José Cançado Corvo, alentejano, natural de uma aldeia do interior, nasceu em Dezembro de 1937, na freguesia da Cabeça- Gorda, distrito de Beja.
Oitavo dos quinze filhos de Antónia Augusta Cançado, de profissão Mãe, dona de casa e exímia costureira e de seu pai, António Manuel da Costa Corvo, o Mestre Corvo, homem de três ofícios, Mestre Abegão, (vulgo, Carpinteiro de Carros), Mestre de Lagares de Azeite e Mestre de Máquinas Debulhadoras mecânicas dos anos 40/50 do século passado.
Toda a vida foi homem de números, quer enquanto trabalhador estudante, Escola Industrial e Comercial de Beja e mais tarde no ISCAL, quer na carreira profissional ao longo de 46 anos.
Teve o seu primeiro emprego em Beja aos 16 anos.
Reside em Sintra, terra que o adoptou, após o seu regresso da guerra colonial de Angola, em Janeiro de 1964.
É um apaixonado pelas suas origens, o seu Alentejo, mas também não o é menos pela sua encantadora, bela e sempre romântica Sintra e a sua mística Serra de Encantar, os seus Palácios e Castelo dos Mouros.
Foi precisamente em Sintra, no ano de 1967, que plantou a sua árvore genealógica, com raízes já estendidas a outras gerações, com filha, filho e quatros netos, três rapazes e uma rapariga.
Tem como hobby, além de ser um avô ocupado, função que desempenha com muito prazer, a natação, ginásio e a paixão pelas caminhadas que lhe permite observar a Natureza na encantadora Serra de Sintra.
Oitavo dos quinze filhos de Antónia Augusta Cançado, de profissão Mãe, dona de casa e exímia costureira e de seu pai, António Manuel da Costa Corvo, o Mestre Corvo, homem de três ofícios, Mestre Abegão, (vulgo, Carpinteiro de Carros), Mestre de Lagares de Azeite e Mestre de Máquinas Debulhadoras mecânicas dos anos 40/50 do século passado.
Toda a vida foi homem de números, quer enquanto trabalhador estudante, Escola Industrial e Comercial de Beja e mais tarde no ISCAL, quer na carreira profissional ao longo de 46 anos.
Teve o seu primeiro emprego em Beja aos 16 anos.
Reside em Sintra, terra que o adoptou, após o seu regresso da guerra colonial de Angola, em Janeiro de 1964.
É um apaixonado pelas suas origens, o seu Alentejo, mas também não o é menos pela sua encantadora, bela e sempre romântica Sintra e a sua mística Serra de Encantar, os seus Palácios e Castelo dos Mouros.
Foi precisamente em Sintra, no ano de 1967, que plantou a sua árvore genealógica, com raízes já estendidas a outras gerações, com filha, filho e quatros netos, três rapazes e uma rapariga.
Tem como hobby, além de ser um avô ocupado, função que desempenha com muito prazer, a natação, ginásio e a paixão pelas caminhadas que lhe permite observar a Natureza na encantadora Serra de Sintra.
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