Tiago Brandão
Enquanto investigador do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, e bolseiro da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, dedicou-se à história das políticas científicas, ao estudo da história da organização da Ciência em Portugal e suas diversas instituições científicas, trabalhando igualmente sobre a temática da construção e definição da política científica em quadros comparados.
Tem diversas publicações nesta área, destacando-se: A emergência da Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica (1967-1974): Recepção de um modelo e racionalidades tecnocratas (2017), Shaping Portuguese science policy for the European horizon: The discourses of technological change (2016), Origens da Comissão Nacional do Ambiente na emergência da política ambiental em Portugal (2015), Caminhos históricos da política científica portuguesa (2015), The European Ideal of a University (2014).
Em co-autoria, são de mencionar os capítulos em livro: Best practices" as mimesis? Innovation policies in peripheral countries (2017), Relaciones entre científicos, organismos internacionales y gobiernos en la definición de las Políticas de Ciencia, Tecnología e Innovación en Iberoamérica (2016).
Também em coautoria, o livro coordenado por M. F. Rollo Ciência, Cultura e Língua em Portugal no Século XX (2012) e os artigos História e Memória da Ciência e da Tecnologia em Portugal (2012) e Pensar e Mandar fazer Ciência. Princípios e pressupostos da criação da Junta de Educação Nacional na génese da política de organização científica do Estado Novo (2011).
Tem diversas publicações nesta área, destacando-se: A emergência da Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica (1967-1974): Recepção de um modelo e racionalidades tecnocratas (2017), Shaping Portuguese science policy for the European horizon: The discourses of technological change (2016), Origens da Comissão Nacional do Ambiente na emergência da política ambiental em Portugal (2015), Caminhos históricos da política científica portuguesa (2015), The European Ideal of a University (2014).
Em co-autoria, são de mencionar os capítulos em livro: Best practices" as mimesis? Innovation policies in peripheral countries (2017), Relaciones entre científicos, organismos internacionales y gobiernos en la definición de las Políticas de Ciencia, Tecnología e Innovación en Iberoamérica (2016).
Também em coautoria, o livro coordenado por M. F. Rollo Ciência, Cultura e Língua em Portugal no Século XX (2012) e os artigos História e Memória da Ciência e da Tecnologia em Portugal (2012) e Pensar e Mandar fazer Ciência. Princípios e pressupostos da criação da Junta de Educação Nacional na génese da política de organização científica do Estado Novo (2011).
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Agusto P. Celestino da Costa (1884-1956)Edições Cosmos06-20200,00€
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Da Organização da Ciência à Politica Científica em Portugal 1910-1974Caleidoscópio09-20170,00€