Sophia M.
Há histórias que nascem da imaginação e outras, da (sobre)vivência — tudo depende da interpretação do leitor e, também, do escritor. Desde cedo, a escrita foi considerada como sendo um refúgio e a voz de uma Mulher que aprendeu a transformar o seu silêncio em palavras.
Cresceu entre desafios que moldaram a sua força — não percecionados como ausência de medo, mas como a coragem de seguir em frente apesar dele, transformando-o numa virtude. Foi na escrita que encontrou a sua liberdade. E foi através de um pseudónimo que descobriu uma nova forma de existir, despindo-se de certezas, e revela-se nos seus íntimos fragmentos de si — mais crua, verdadeira, vulnerável e, apesar de soar contraditório, mais inteira. Publica agora Capítulo VII, com a Oficina da Escrita.
Cresceu entre desafios que moldaram a sua força — não percecionados como ausência de medo, mas como a coragem de seguir em frente apesar dele, transformando-o numa virtude. Foi na escrita que encontrou a sua liberdade. E foi através de um pseudónimo que descobriu uma nova forma de existir, despindo-se de certezas, e revela-se nos seus íntimos fragmentos de si — mais crua, verdadeira, vulnerável e, apesar de soar contraditório, mais inteira. Publica agora Capítulo VII, com a Oficina da Escrita.
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