Rui Larsa
Rui Larsa é o pseudónimo de Joaquim Fernandes de Sousa, natural da freguesia de Palmeira de Faro, do concelho de Esposende, onde nasceu em 1970, o sexto filho de uma família humilde com nove filhos.
Licenciado em matemática pela Universidade do Minho, tem-se dedicado à docência desta disciplina, sendo atualmente professor em Felgueiras, onde reside desde 2000. Casado, tem duas filhas: a Ana Sofia e a Matilde.
Começou a escrever por volta dos 21 anos, e em determinado momento entrou na fase de ser compulsivo a escrever: em Braga, onde estudava, escrevia num papel de compras do "Feira Nova", ia pela rua a versejar mentalmente e depois no quarto da residência universitária acabava de escrever os poemas.
Ainda como Joaquim Sousa, começou a participar concursos literários, onde tinha que utilizar um pseudónimo, tendo então criado o pseudónimo Rui Larsa – Rui, porque é um nome de que gosta e Larsa uma "invenção" sua. Foi acumulando poemas desde então, que acabou por reunir sob o título "Prisioneiro".
Leitor inveterado dos poemas de Pessoa, Bocage e de outros autores, Joaquim Sousa nutre ainda, desde a adolescência, uma grande paixão pela política, no sentido nobre de atividade que visa a promoção do bem comum.
Licenciado em matemática pela Universidade do Minho, tem-se dedicado à docência desta disciplina, sendo atualmente professor em Felgueiras, onde reside desde 2000. Casado, tem duas filhas: a Ana Sofia e a Matilde.
Começou a escrever por volta dos 21 anos, e em determinado momento entrou na fase de ser compulsivo a escrever: em Braga, onde estudava, escrevia num papel de compras do "Feira Nova", ia pela rua a versejar mentalmente e depois no quarto da residência universitária acabava de escrever os poemas.
Ainda como Joaquim Sousa, começou a participar concursos literários, onde tinha que utilizar um pseudónimo, tendo então criado o pseudónimo Rui Larsa – Rui, porque é um nome de que gosta e Larsa uma "invenção" sua. Foi acumulando poemas desde então, que acabou por reunir sob o título "Prisioneiro".
Leitor inveterado dos poemas de Pessoa, Bocage e de outros autores, Joaquim Sousa nutre ainda, desde a adolescência, uma grande paixão pela política, no sentido nobre de atividade que visa a promoção do bem comum.
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