Rui Catalão
Rui Catalão, nos últimos cinco anos, dirigiu um coletivo de jovens de origem africana, residentes no Vale da Amoreira, que interpretam as suas próprias histórias, com narrativas da guerra, da vida no subúrbio e da diáspora africana. Já em 2020, encenou as "Cortes" de Faro e do Porto, onde a partir de entrevistas com habitantes daquelas cidades construiu um mosaico de narrativas familiares que cruzam várias gerações. Escreveu os guiões cinematográficos "Capacete Dourado" (real. Jorge Cramez) e "Morrer como um homem" (real. João Pedro Rodrigues). Foi jornalista e crítico de música do Público, onde ainda colabora episodicamente. Como dramaturgista colaborou com João Fiadeiro, Ana Borralho e João Galante, Miguel Pereira, Tonan Quito. Na área pedagógica, ensina um método de tomada de consciência e criação de narrativas a partir de experiências pessoais a que chamou "O jogo das perguntas difíceis", de que resultaram, por exemplo, as peças que fez no Vale da Amoreira.
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