Janine di Giovanni
Janine di Giovanni pretence a uma espécie rara, raríssima: a dos grandes correspondentes de guerra. Considerada por muitos como "a melhor correspondente de guerra da nossa geração" e não por acaso, escreveu para o The Times, de Londres, durante a guerra dos Balcãs, nos anos de 1990. esteve em Grozny quando a capital da Chechénia caiu, sendo uma das poucas testemunhas ocidentais dessa brutal aventura militar. E os trabalhos de reportagem que enviou do Kosovo e da Serra Leoa levaram a Amnistia Internacional a atribuir-lhe dois prémios pela forma como relatou as violações dos direitos humanos que aí testemunhou. As suas reportagens na Chechénia valer-lhe-iam o prémio "Foreign Correspondent of the Year" atribuído pelo programa "What the Papers Say" do canal de televisão britânico Granada.
Incansável, conseguiu estar sempre presente onde a história estava a acontecer, da Somália ao Ruanda, Nigéria ao Zimbabwe, passando pelo Quénia, Etiópia, benin. Burkina Faso, Costa do Marfim ou Libéria. Cobriu para o Times e para muitas publicações (The New York Times Magazine, The New Republic, The Spectator, National Geographic, The Wall Street Journal ou o International Herald Tribune) conflitos que dilaceraram esses países, tal como escreveu a partir de Israel, do Egipto, do Iraque, do Afeganistão e de Timor-Leste.
Nasceu em 1961 nos Estados Unidos e vive hoje em Paris com o seu marido, um jornalista que conheceu durante o cerco de Sarajevo, reencontrou cinco anos depois durante a guerra na Argélia e com quem também esteve na Serra Leoa durante a violenta guerra civil que quase destruiu o país.
Incansável, conseguiu estar sempre presente onde a história estava a acontecer, da Somália ao Ruanda, Nigéria ao Zimbabwe, passando pelo Quénia, Etiópia, benin. Burkina Faso, Costa do Marfim ou Libéria. Cobriu para o Times e para muitas publicações (The New York Times Magazine, The New Republic, The Spectator, National Geographic, The Wall Street Journal ou o International Herald Tribune) conflitos que dilaceraram esses países, tal como escreveu a partir de Israel, do Egipto, do Iraque, do Afeganistão e de Timor-Leste.
Nasceu em 1961 nos Estados Unidos e vive hoje em Paris com o seu marido, um jornalista que conheceu durante o cerco de Sarajevo, reencontrou cinco anos depois durante a guerra na Argélia e com quem também esteve na Serra Leoa durante a violenta guerra civil que quase destruiu o país.
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