Danilo Rocha
Danilo Alves Rocha nasceu a 2 de agosto de 2006. É estudante do ensino superior na Universidade do Minho, e frequenta o curso de Gestão. Traquina como qualquer criança, cresceu com o carinho dos avós, com quem aprendeu a dar os seus primeiros passos enquanto os pais estavam no emprego. Rodeado de livros nas casas onde vivia, tanto a sua como a dos avós, depressa aprendeu a ler e a escrever, tentando contar as suas aventuras imaginárias.
Releu os clássicos portugueses como Eça de Queirós e Camilo, Fernando Pessoa ou José Régio.
Hoje vai escrevendo os seus pensamentos e algumas cartas de amor...
Cedo se aventurou na escola, ficava ali mesmo ao lado de casa, e as letras não lhe eram adversas, dizia a sua professora primária que não havia livro na biblioteca escolar que não tivesse lido.
Já adulto, com mais de trinta anos, resolveu tirar um curso superior e licenciou-se em Turismo pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viana do Castelo, já era pai e não podia aventurar-se muito.
Escreve regularmente para um dos Jornais mais antigos do continente A Aurora do Lima. Na escrita dedica-se à poesia, acredita que transmite melhor os seus sentimentos. No entanto, tem na Etnografia outra paixão, e vai recolhendo testemunhos sobre as tradições da terra que o viu nascer, com o intuito de fazer renascer tradições que, entretanto, tendem a perder-se.
Releu os clássicos portugueses como Eça de Queirós e Camilo, Fernando Pessoa ou José Régio.
Hoje vai escrevendo os seus pensamentos e algumas cartas de amor...
Cedo se aventurou na escola, ficava ali mesmo ao lado de casa, e as letras não lhe eram adversas, dizia a sua professora primária que não havia livro na biblioteca escolar que não tivesse lido.
Já adulto, com mais de trinta anos, resolveu tirar um curso superior e licenciou-se em Turismo pela Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viana do Castelo, já era pai e não podia aventurar-se muito.
Escreve regularmente para um dos Jornais mais antigos do continente A Aurora do Lima. Na escrita dedica-se à poesia, acredita que transmite melhor os seus sentimentos. No entanto, tem na Etnografia outra paixão, e vai recolhendo testemunhos sobre as tradições da terra que o viu nascer, com o intuito de fazer renascer tradições que, entretanto, tendem a perder-se.
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