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Therese Raquin Audiolivro

de Émile Zola
idioma: inglês
Editor: Blackstone Publishing, Janeiro de 2006 ‧
15,41€
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In a dingy apartment on the Passage du Pont-Neuf in Paris, Thérèse Raquin is trapped in a loveless marriage to her sickly cousin, Camille. The numbing tedium of her life is suddenly shattered when she embarks on a turbulent affair with her husband’s earthy friend, Laurent. But their passion for each other soon compels the lovers to commit a crime that will haunt them forever.

Thérèse Raquin caused a scandal when it appeared in 1867 and brought its twenty-seven-year-old author a notoriety that followed him throughout his life. Zola’s novel is not only an uninhibited portrayal of adultery, madness, and ghostly revenge but also a devastating exploration of the darkest aspects of human existence.

Therese Raquin

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9781481550253
Editor: Blackstone Publishing
Data de Lançamento: Janeiro de 2006
Idioma: Inglês
Tipo de produto: Audiolivro
Tamanho Ficheiro B
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: eBooks em Inglês > Outros
EAN: 9781481550253

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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