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The Ladies' Paradise Audiolivro

de Émile Zola
idioma: inglês
Editor: INTERACTIVE MEDIA, outubro de 2024 ‧
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Step into the bustling world of "The Ladies' Paradise" by Emile Zola, where commerce and desire intermingle in a vivid exploration of capitalist ambition. Denise Baudu, a young saleswoman, arrives in Paris to find herself immersed in the glittering realm of a revolutionary department store. As she navigates ambition, love, and rivalry, Denise witnesses the triumph and turmoil of burgeoning consumer culture. Zola's masterful narrative unveils the seductive allure and societal shifts of a rapidly changing world.

The Ladies' Paradise

de Émile Zola

Propriedade Descrição
ISBN: 9781802561159
Editor: INTERACTIVE MEDIA
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Inglês
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 15 horas e 35 minutos
Tamanho Ficheiro 481.22 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Inglês > Literatura > Romance
EAN: 9781802561159

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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