Paradise Lost Audiolivro

de John Milton; Narrado por: Thomas A. Copeland
idioma: inglês
Editor: Parolita Libro, maio de 2023 ‧
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Paradise Lost is an epic poem written by the Puritan English poet John Milton between 1658 and 1663, and published in 1667. This is a period of English history which encompasses the end of Oliver Cromwell's Commonwealth and the restoration of the monarchy in 1660. Perhaps reflecting some of his country's turmoil during Milton's life, Paradise Lost deals with revolution in Heaven by Satan and his followers against God, their defeat and banishment to Hell, and their subsequent plotting of revenge, leading ultimately to Satan beguiling Eve in Paradise to taste the fruit of the Tree of Knowledge against the explicit command of God. Milton's vivid and poetic description of these events is both dramatic and compelling. The work gained swift acceptance and has always remained a popular and important part of English literature. Originally published in ten books, a second edition was published in 1674 arranged into twelve books, the form in which it appears here.

Paradise Lost

de John Milton; Narrado por: Thomas A. Copeland

Propriedade Descrição
ISBN: 4066339766617
Editor: Parolita Libro
Data de Lançamento: maio de 2023
Idioma: Inglês
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 10 horas e 53 minutos
Tamanho Ficheiro 342.12 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Inglês > Literatura > Romance
EAN: 4066339766617

SOBRE O AUTOR

John Milton

John Milton (1608-1674) é considerado um dos maiores poetas do Renascimento inglês e um dos nomes mais marcantes da literatura universal. Filho de um escrivão bem-sucedido que se mudara para Londres e se dedicava com igual êxito à composição musical, Milton teve uma educação esmerada com um tutor particular que o preparou para um percurso de reconhecimento nos vários estabelecimentos de ensino que frequentou. Inclusivamente, lia e escrevia em grego e latim. Completou um curso com distinção na Universidade de Cambridge com o propósito de se tornar padre da Igreja Anglicana. Desde os 15 anos que se lhe conheciam poemas escritos em latim e, ao longo do seu percurso académico, a sua produção foi sempre continuada. Tendo concluído a universidade, Milton iniciou um programa de estudo particular que durou vários anos. Leu grandes clássicos de teologia, literatura, filosofia, política, história, etc. Era fluente na escrita e na leitura de latim, grego, hebraico, francês, espanhol, italiano e inglês antigo. Ao mesmo tempo continuou a sua produção literária e poética. No final deste período, viajou por França durante mais de um ano e partiu seguidamente para Itália Nas suas viagens conheceu os grandes nomes da cultura e da ciência da época. Personalidades como Hugo Grotius ou Galileu foram seus amigos e correspondentes. As notícias da Guerra Civil em Inglaterra interromperam as suas viagens, mas acabou por permanecer no continente partindo para a Suíça e de novo para Itália, onde esteve em várias cidades-estado. Envolveu-se na Guerra Civil escrevendo vários panfletos. Durante esse mesmo período, Milton casa-se com Mary Powell, mas a mulher não se adapta ao seu estilo de vida austero e as suas opiniões políticas são divergentes. Mary regressa rapidamente à sua casa de família e nos meses seguintes Milton escreve vários panfletos sobre a legalização dos processos de divórcio, bem como acerca dos mais variados temas: política, história, legislação e muitos outros. Surge também nessa altura o texto Areopagitica – uma das mais notáveis e pioneiras defesas da liberdade de expressão, ainda hoje tremendamente influente. Por essa altura, Milton terá cortejado uma mulher, o que incitou o regresso de Mary Powell. Reconciliados, têm dois filhos praticamente seguidos. Tendo defendido Oliver Cromwell, Milton é convidado a exercer o cargo de Secretário para as Línguas Estrangeiras no Concelho da Commonwealth. Durante esse período, cegou completamente, por razões que se desconhecem. Depois deste acontecimento, o seu trabalho passou a ser ditado e executado pelos seus vários ajudantes e assistentes. Após a Restauração, Milton escondeu-se, mas acabou por ser preso. As suas obras foram queimadas por ordem judicial. Contudo, a influência de amigos e de personalidades culturais de toda a Europa levaram a um perdão. Milton viveu a última década da sua vida de forma recatada e tranquila, tendo produzido obras menores.

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