Morte no Parque Audiolivro
SINOPSE
Uma residência literária em Serralves parecia ser a oportunidade ideal para seis escritores encontrarem inspiração. Contudo, numa gélida manhã, a tranquilidade da residência cai por terra, com a descoberta de um cadáver no parque. O corpo apresenta sinais de violência, não deixando dúvidas de que se tratou de um homicídio.
Chamado ao local do crime, o inspetor Bruno Saraiva é confrontado com uma certeza inquietante: ninguém entrou nem saiu de Serralves. O assassino ainda lá está.
Assim que começa a investigar os escritores e os funcionários, conclui que nenhum deles tinha motivos para desejar aquela morte. Terá a escuridão confundido o assassino, levando-o a matar a pessoa errada? As dúvidas vão-se multiplicando, e um clima de insegurança abate-se sobre a residência. Com um assassino entre eles, em quem podem realmente confiar?
Apesar de todo o esforço, a Polícia não consegue fazer progressos na investigação. Até que é encontrado outro cadáver...
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-0-00723-0 |
| Editor: | Porto Editora |
| Data de Lançamento: | maio de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Páginas: | 248 |
| Tipo de produto: | Audiolivro |
| Duração: | 11 horas e 5 minutos |
| Tamanho Ficheiro | 279.47 MB |
| Formato e Compatibilidade: | |
| Classificação Temática: |
Audiolivros em Português
>
Literatura
>
Policial e Thriller
|
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Excelente
A.R.
Li este livro de uma assentada. A história está bem construída e sabe aguçar a curiosidade. Passa-se, na sua maior parte, em Serralves, durante uma residência literária que junta escitores de vários géneros, de diferentes gerações e em diversas fases da sua carreira, sendo muito interessante "observar" as relações entre todos, bem como as de cada um deles com a escrita. A narrativa ganha um enorme fôlego na parte final, em que o autor teve a coragem de tratar um tema muito duro, mas do qual é necessário falar e sobre o qual temos obrigação de reflectir, porque as culpas nos tocam a todos enquanto sociedade (não digo qual é, para não dar "spoiler"). Apesar do estigma (injusto) de que muitas vezes sofre o género "policial", este livro vai muito para além disso. Muito, muito bom!