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La Galatea Audiolivro

de Miguel de Cervantes; Narrado por: Ana Ragasol
idioma: espanhol
Editor: Storyside, maio de 2026 ‧
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En las idílicas riberas del Tajo, dos pastores rivales deben usar el poder de la poesía para conquistar el corazón de la esquiva Galatea antes de que el mandato de un padre la obligue a casarse con un extraño, destruyendo su libertad y su última oportunidad de alcanzar el amor verdadero. La Galatea, la primera gran obra maestra de Miguel de Cervantes, es una novela pastoril imprescindible que define la estética del Siglo de Oro español. En esta cautivadora historia de amor y desamor, los pastores Elicio y Erastro compiten por el afecto de la hermosa y discreta Galatea, una mujer que valora su independencia por encima de las convenciones sociales. A través de diálogos filosóficos y una prosa lírica excepcional, Cervantes sumerge al lector en un mundo de paisajes idealizados y dilemas morales. Si buscas literatura clásica española, poesía renacentista o comprender los orígenes del genio que creó Don Quijote de la Mancha, esta obra ofrece una visión profunda sobre la naturaleza del deseo humano y la búsqueda de la felicidad. Una pieza clave de la narrativa bucólica que sigue resonando por su modernidad y elegancia. Miguel de Cervantes Saavedra (1547-1616) es universalmente reconocido como el máximo exponente de la literatura española y el padre de la novela moderna. Apodado el 'Manco de Lepanto' tras su heroica participación en la famosa batalla naval, su vida fue tan épica como sus relatos, incluyendo años de cautiverio en Argel que marcaron su visión del mundo. Aunque su fama mundial se debe a Don Quijote de la Mancha, Cervantes fue un prolífico novelista, poeta y dramaturgo que transformó el panorama literario del Siglo de Oro. Su capacidad para mezclar el realismo con la idealización, sumada a su profundo conocimiento del alma humana, lo posiciona como una figura central del humanismo renacentista y uno de los autores más influyentes en la historia de la literatura universal.

La Galatea

de Miguel de Cervantes; Narrado por: Ana Ragasol

Propriedade Descrição
ISBN: 9789180891172
Editor: Storyside
Data de Lançamento: maio de 2026
Idioma: Espanhol
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 14 horas e 28 minutos
Tamanho Ficheiro 404.57 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9789180891172

SOBRE O AUTOR

Miguel de Cervantes

Romancista, dramaturgo e poeta espanhol. Foi o criador de "D. Quixote" (1605) e é considerado uma das figuras mais importantes da literatura espanhola. Nasceu em 1547, em Alcalá de Henares, Espanha, e morreu em 1616, em Madrid. Depois de ter estudado em Madrid, Cervantes partiu para a Itália e tornou-se soldado. Participou na batalha marítima de Lepanto, em 1571, na qual perdeu o uso da mão direita. Passadas muitas aventuras, incluindo cinco anos de captura nas mãos dos turcos, regressou a Espanha, em 1580.
Em 1585 escreveu "La Galatea", o seu primeiro livro de ficção, no novo estilo elegante da novela pastoral. Com a ajuda de um pequeno círculo de amigos, que incluía Luis Gálvez de Montalvo, o livro deu a conhecer Cervantes a um público sofisticado. As últimas edições em espanhol surgiram em Lisboa, em 1590, e em Paris, em 1611. Na mesma altura, durante a "idade de ouro" do teatro espanhol, também se dedicou ao drama. Em 1585 foi contratado para escrever peças para Gaspar de Porras. A que mais se destacou foi "La Confusa", considerada por Cervantes a melhor que alguma vez criou. Escreveu cerca de vinte ou trinta peças teatrais, mas apenas duas sobreviveram: "El Trato de Argel" e "La Numancia". Seguiu-se uma pausa na sua carreira literária. Depois de falhar como dramaturgo e de verificar que não conseguiria viver apenas da literatura, tornou-se comissário de aprovisionamento da Armada Invencível, em 1587.
Em 1604 Cervantes vendeu os direitos da primeira parte da novela "El ingenioso hidalgo Don Quixote de la Mancha". Em Janeiro do ano seguinte, a obra foi publicada e tornou-se um sucesso imediato. Em Agosto do mesmo ano, foram realizadas várias edições: duas em Madrid, duas em Lisboa e uma em Valência. Num curto espaço de tempo, o nome de Miguel de Cervantes passou a ser tão conhecido em Inglaterra, em França e em Itália, como em Espanha.
Em 1613 foram publicadas doze pequenas histórias, à maneira italiana, as "Novelas Ejemplares", cujo prólogo continha a única imagem autêntica do autor. No mesmo prólogo, Cervantes reivindica-se como o primeiro a escrever novelas originais em castelhano. Em 1614 foi publicado a "Viage del Parnaso", com o objetivo de glorificar um grande número de poetas contemporâneos e satirizar outros. É um longo poema alegórico, de escárnio mitológico e escrito em forma satírica, com um pós-escrito em prosa. Em 1615, depois de perder todas as esperanças de ver as suas peças em palco, oito delas foram publicadas em conjunto com oito interlúdios cómicos, com o título de "Ocho Comedias y Ocho Entremeses Nuevos". Posteriormente, esta obra foi reconhecida como uma das melhores do género. Em 1615 Alonso Fernández de Avellaneda, admirador de Lope de Vega, publicou, em Tarragona, a "Segunda parte del ingenioso Cavallero Don Quixote de la Mancha". No prólogo, Avellaneda insultou Cervantes que, como era esperado, lhe respondeu de uma forma mais comedida. Em 1616 a obra foi publicada em Bruxelas e em Veneza e, um ano depois, em Lisboa. A grande maioria das pessoas consideram esta segunda parte mais rica e mais profunda do que a primeira.
Nos últimos anos de vida, Cervantes trabalhou em várias obras, tais como "Bernardo", o nome lendário de um herói épico espanhol; "Semanas del Jardín", uma coleção de fábulas; e a continuação de "La Galatea". A única publicada postumamente foi "Los Trabajos de Pérsiles y Segismunda, história setentrional", em 1617. Nessa obra, Cervantes procurou renovar os romances heróicos de aventura e de amor, à maneira de "Aethiopica" de Heliodorus. Explorou, assim, o potencial mítico e simbólico do romance. Na dedicatória, escrita três dias antes de morrer, Cervantes despediu-se comovidamente, dizendo-se "com um pé já no estribo". Miguel de Cervantes morreu em 1616, possivelmente vítima de hidropisia, de arteriosclerose ou de diabetes, parecendo ter alcançado uma serenidade final de espírito.
© 2003 Porto Editora, Lda.

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