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Germinal Audiolivro

de Émile Zola; Narrado por: David Rintoul
idioma: inglês
Editor: SNR Audio, setembro de 2025 ‧
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'There is a germ of revolt in every injustice.' Part of Zola's ambitious twenty-volume series Les Rougon-Macquart, Germinal is one of the most notable novels written in the French tradition and is often considered Zola's masterpiece. First serialised in the periodical Gil Blas in 1884, Germinal is a profoundly gripping novel that explores the harsh realities of industrial life in nineteenth century France. When Étienne Lantier arrives in the town of Montsou in search for work, he is confronted by the brutal conditions endured by the coal miners: gruelling shifts, meagre wages and backbreaking labour. As Étienne immerses himself in the community, he takes it upon himself to become a voice for the labourers and a leader in their fight for justice. As tensions rise and a minor's strike begins to brew, Zola candidly depicts a devastating spiral into violence and despair. Through vivid characters and uncompromising realism, Zola movingly captures the human cost of capitalism with a blossoming hope for revolution. This audiobook edition is beautifully narrated by David Rintoul. Émile Zola (1840 - 1902) was a French novelist, playwright and journalist. He was also a keen adopter of naturalism, famed for his realistic depictions of characters and their environments. Nominated for the first and second Nobel Prizes in Literature in 1901 and 1902, Zola's work is still widely read and respected today.

Germinal

de Émile Zola; Narrado por: David Rintoul

Propriedade Descrição
ISBN: 9781805368151
Editor: SNR Audio
Data de Lançamento: setembro de 2025
Idioma: Inglês
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 19 horas e 52 minutos
Tamanho Ficheiro 580.24 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Inglês > Literatura > Romance
EAN: 9781805368151

SOBRE O AUTOR

Émile Zola

Émile Zola nasceu em 1840 em Paris. Cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon, regressando a Paris para continuar os estudos. A braços com dificuldades financeiras após a morte do pai, trabalhou em escritórios e colaborou em diversos jornais. Com a entrada na Hachette, Zola iniciou-se no mundo da literatura, conhecendo escritores como Taine, Stendhal, Balzac e Flaubert. Publicou os primeiros poemas, contos e artigos e, aos vinte e cinco anos, trocou a vocação inicial de poeta pela de romancista, escrevendo La Confession de Claude. A partir daí, viveu como jornalista e romancista, publicando Le voeu d’une morte (1866) e Thérèse Raquin (1867), obra que afirmou a sua estética naturalista, integrando teorias da sua época como o darwinismo, o evolucionismo e o determinismo científico. Inspirado n’A Comédia Humana de Balzac, iniciou em 1871 a série Rougon-Macquart, a que deu o subtítulo História natural e social de uma família sob o Segundo Império. Dela fazem parte Nana (1880) e Germinal (1885), duas das suas principais obras. Entretanto, em 1880, publicara O Romance Experimental, manifesto literário do movimento naturalista. Para Zola, o romancista era um observador da Natureza, adotando uma atitude experimental e trabalhando os factos sociais e emocionais como um químico trabalha com a sua matéria. Os seus livros percorreram temas tão diversos como as greves dos mineiros em Germinal, o alcoolismo das classes trabalhadoras em L’Assommoir, a decadência sexual das classes abastadas em La Curée e a ligação dos camponeses às suas terras em La Terre. Algumas das suas obras foram consideradas escandalosas na época, e nunca foi escolhido para a Academia Francesa, a que foi candidato vinte e quatro vezes. Em 1898, Zola participa no debate público relativo ao Caso Dreyfus, defendendo a inocência, que se viria a provar, do acusado. O seu artigo «J’accuse», publicado no L’Aurore, acabou por levar à revisão do processo judicial. Mas a sua publicação fez com que fosse processado e condenado a um ano de prisão, o que o levou a exilar-se em Inglaterra. Morreu em 1902 no seu apartamento na rua de Bruxelles, em condições que não excluíram a hipótese de assassínio.

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