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Era Uma Vez... Audiolivro

de Júlia Lopes de Almeida; Narrado por: Inês Sol
idioma: português do brasil
Editor: Janela Amarela Editora, junho de 2023 ‧
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 Em   Era uma vez…   Julia Lopes de Almeida leva o leitor para o mundo da fantasia. Uma bela princesa que perde a mãe ainda bebê é criada pelo pai com muito zelo e excesso de mimos. Crescendo neste mundo onde todas as suas vontades são atendidas, a princesa torna-se cruel e egoísta. Um dia, passeando pelo reino, ouve três cegos falarem de seu comportamento abusivo. Revoltada, ela cria desafios impossíveis que eles deverão cumprir para salvar suas vidas. Editora: Janela Amarela | Produtor: In Concert Produções | Narração: Inês Sol | Gravação e Mixagem: Kallut

Era Uma Vez...

de Júlia Lopes de Almeida; Narrado por: Inês Sol

Propriedade Descrição
ISBN: 9786585000130
Editor: Janela Amarela Editora
Data de Lançamento: junho de 2023
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 51 minutos
Tamanho Ficheiro 32.04 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Literatura > Literatura Fantástica
EAN: 9786585000130

SOBRE O AUTOR

Júlia Lopes de Almeida

Júlia Lopes de Almeida nasceu no Rio de Janeiro, a 24 de setembro de 1862, numa família de abastados imigrantes portugueses. Importante escritora, ativista pelo abolicionismo e cronista brasileira, teve uma educação liberal e esmerada. Em 1886, mudou-se para Lisboa e, no ano seguinte, já casada com o poeta português e diretor da revista A Semana Ilustrada Filinto Elísio, publicou o seu primeiro livro de contos, Traços e Iluminuras. Colaborou intensamente com diversas publicações periódicas sobre temas políticos e sociais, como a abolição da escravatura e os direitos civis, e, depois do seu regresso ao Brasil, para São Paulo, em 1889, publicou o seu primeiro romance, Memórias de Marta. Ao longo dos seguintes, Júlia Lopes de Almeida publicará alguns dos seus mais conhecidos romances, entre eles, A Falência. Nos primeiros anos do início do século, o casal mudou-se para uma casa no Rio de Janeiro, conhecida como Salão Verde, um espaço frequentado por intelectuais cujas conhecidas tertúlias eram organizadas e dirigidas por Júlia. Apesar de ter sido uma das impulsionadoras da criação da Academia de Letras Brasileira, viu, por ser mulher, o seu nome preterido da lista de membros--fundadores, em favor do marido. Em 1925, a família cruza novamente o Atlântico para se fixar em Paris. De regresso ao Brasil, Maria Júlia Lopes de Almeida, um dos nomes mais importantes do modernismo brasileiro, morre na sua cidade-natal, vítima de malária, a 30 de maio de 1934.

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