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El Llano En Llamas Audiolivro

de Juan Rulfo; Narrado por: Mauricio Carrera
idioma: espanhol
Editor: RM VERLAG, maio de 2021 ‧
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La obra contiene 17 cuentos publicados por Juan Rulfo a partir de 1945, cuando aparece el titulado "Nos han dado la tierra" en las revistas América y Pan. Rulfo comenta los relatos que sigue escribiendo en cartas a su novia Clara Aparicio. En 1951 se publica el séptimo, "Diles que no me maten", en la revista América. Gracias a la primera beca que Rulfo recibe del Centro Mexicano de Escritores puede terminar los ocho que aparecerán con los previos en 1953, en el libro titulado El Llano en llamas, dedicado a Clara. Dos relatos más, aparecidos en revistas en 1955, serán incluidos en la edición de 1970. Los cuentos incluidos en este volumen fueron considerados por Rulfo como su aproximación a Pedro Páramo. La presente edición incluye el texto definitivo de la obra establecido por la Fundación Juan Rulfo. "Se puede leer la breve pero densa obra de Rulfo en un par de días, aunque eso sólo significa dar el primer paso dentro de un territorio todavía por conocer. Su exploración es uno de los viajes más extraordinarios de la literatura." The Guardian "Raras veces se encuentra, como con Juan Rulfo sucede, un cuentista cuyas obras alcancen, todas, plenitud". José Mancisidor. (15 de noviembre de 1953).

El Llano En Llamas

de Juan Rulfo; Narrado por: Mauricio Carrera

Propriedade Descrição
ISBN: 9788417975494
Editor: RM VERLAG
Data de Lançamento: maio de 2021
Idioma: Espanhol
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 4 horas e 51 minutos
Tamanho Ficheiro 129.00 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Espanhol > Literatura > Contos
EAN: 9788417975494

SOBRE O AUTOR

Juan Rulfo

Juan Rulfo (México, 1917-1986) é talvez o autor sul-americano mais comentado, elogiado e imitado do século XX.
Toda a sua obra literária conhecida, que reunida pouco ultrapassa as 300 páginas, é considerada como fundadora, origem de uma nova forma de literatura, que deu lugar a escritores como Gabriel García Márquez, um dos seus mais famosos e reconhecidos devedores.
De Pablo Neruda a Carlos Fuentes, de Octávio Paz a Jorge Luis Borges e Juan Carlos Onetti, abundam os testemunhos de admiração dos seus pares e o assombro e desconcerto da crítica.
Em contraste com este enorme rumor a rodear a escassa obra de Rulfo, está o silêncio em que desapareceu o escritor desde a publicação, em 1955, de Pedro Páramo e até à sua morte, em janeiro de 1986. Silêncio este apenas interrompido pela revelação esporádica, por parte de jornalistas, da iminente "saída" de uma nova novela, La cordillera, que acabou por se tornar mítica.
As tentativas de explicar esta prematura interrupção da escrita de um dos mais marcantes escritores contemporâneos no auge da sua fama contribuiu para aprofundar a «lenda Rulfo», não faltando comparações com a de Rimbaud.
Em finais de 1958 escreveu a sua segunda novela, O Galo de Ouro concebida originalmente para servir como argumento para cinema e publicada em livro em 1980.
Vencedor do Prémio Nacional de Literatura, em 1970 Juan Rulfo é hoje um nome cimeiro da Literatura Mundial, estando a sua obra traduzida em mais de cinquenta línguas.

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