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Common Sense Audiolivro

de Thomas Paine
idioma: inglês
Editor: INTERACTIVE MEDIA, maio de 2024 ‧
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"Common Sense" by Thomas Paine is a captivating call to action, igniting the spark for American independence. In this electrifying pamphlet, Paine skillfully dissects the flaws of British monarchy and champions the virtues of freedom and self-governance. With persuasive eloquence, he persuades colonists to embrace revolution and envision a democratic republic. A work of profound impact, it remains a timeless manifesto for liberty and justice.

Common Sense

de Thomas Paine

Propriedade Descrição
ISBN: 9781787369924
Editor: INTERACTIVE MEDIA
Data de Lançamento: maio de 2024
Idioma: Inglês
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 1 horas e 56 minutos
Tamanho Ficheiro 60.29 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Inglês > Política > Política em Geral
EAN: 9781787369924

SOBRE O AUTOR

Thomas Paine

Thomas Paine (1737-1809) foi um ativista político, revolucionário, filósofo e pensador político americano nascido em Inglaterra. Tendo tido uma educação escolar numa época em que tal não era obrigatório, nem sequer comum, Thomas Paine desempenhou diversos cargos públicos e privados antes de, em 1774, ter sido convidado por Benjamin Franklin para emigrar para as colónias americanas. Tendo lá chegado, envolveu-se imediatamente na causa revolucionária então emergente. Escreveu vários panfletos, dos quais Senso Comum é o mais famoso e influente, tendo sido o maior êxito de vendas das colónias e lido (ou ouvido) por todos os revolucionários. Tudo indica que participou na elaboração da Declaração de Independência, embora não existam provas concretas de que assim tenha sido. Garantidamente teve a sua influência como secretário no Gabinete de Relações Exteriores, procurando apoios políticos e financeiros para a causa revolucionária. Durante um certo período, viveu entre Paris e Londres, envolvendo-se na causa revolucionária francesa. Escreve então outra obra fundamental, The Rights of Man (1791), na qual defende os direitos do ser humano numa perspetiva extranacional. Depois de regressar aos Estados Unidos da América, mantém-se envolvido em polémicas e discussões políticas, mas vai perdendo os seus apoiantes mais diretos. No obituário publicado aquando da sua morte, em 1809, escreveu-se, entre outras coisas, «teve uma vida longa, fez algum bem e muito mal». A passagem do tempo devolveu-lhe o seu lugar de relevo na história, em particular na história das ideias políticas.

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