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Common Sense Audiolivro

de Thomas Paine; Narrado por: Liam Johnson
idioma: inglês
Editor: Loudly, abril de 2024 ‧
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"""Common Sense"" is a political pamphlet written by Thomas Paine in 1776. It played a crucial role in inspiring American colonists to take up arms against the British and fight for independence. In the pamphlet, Paine argues that it is only common sense for the American colonies to break away from Britain and become an independent nation. He criticizes the British monarchy and the idea of hereditary succession, arguing that power should be based on merit and ability, not birthright. Paine also argues that the British government has failed to protect the interests of the American colonists and that they should be free to govern themselves. He appeals to the sense of patriotism and self-interest of his readers, arguing that American independence would lead to greater prosperity and a better way of life. "Common Sense"" is a passionate and persuasive argument for American independence, written in clear and accessible language that appealed to a wide audience. It remains one of the most influential political writings in American history."

Common Sense

de Thomas Paine; Narrado por: Liam Johnson

Propriedade Descrição
ISBN: 9781987122336
Editor: Loudly
Data de Lançamento: abril de 2024
Idioma: Inglês
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 1 horas e 59 minutos
Tamanho Ficheiro 57.59 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Inglês > Política > Política em Geral
EAN: 9781987122336

SOBRE O AUTOR

Thomas Paine

Thomas Paine (1737-1809) foi um ativista político, revolucionário, filósofo e pensador político americano nascido em Inglaterra. Tendo tido uma educação escolar numa época em que tal não era obrigatório, nem sequer comum, Thomas Paine desempenhou diversos cargos públicos e privados antes de, em 1774, ter sido convidado por Benjamin Franklin para emigrar para as colónias americanas. Tendo lá chegado, envolveu-se imediatamente na causa revolucionária então emergente. Escreveu vários panfletos, dos quais Senso Comum é o mais famoso e influente, tendo sido o maior êxito de vendas das colónias e lido (ou ouvido) por todos os revolucionários. Tudo indica que participou na elaboração da Declaração de Independência, embora não existam provas concretas de que assim tenha sido. Garantidamente teve a sua influência como secretário no Gabinete de Relações Exteriores, procurando apoios políticos e financeiros para a causa revolucionária. Durante um certo período, viveu entre Paris e Londres, envolvendo-se na causa revolucionária francesa. Escreve então outra obra fundamental, The Rights of Man (1791), na qual defende os direitos do ser humano numa perspetiva extranacional. Depois de regressar aos Estados Unidos da América, mantém-se envolvido em polémicas e discussões políticas, mas vai perdendo os seus apoiantes mais diretos. No obituário publicado aquando da sua morte, em 1809, escreveu-se, entre outras coisas, «teve uma vida longa, fez algum bem e muito mal». A passagem do tempo devolveu-lhe o seu lugar de relevo na história, em particular na história das ideias políticas.

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