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100 Citações De Gustave Flaubert Audiolivro

Recolha As 100 Citações De

de Gustave Flaubert; Narrado por: Fábio Godinho
idioma: português do brasil
Editor: Astorg Português, Janeiro de 2020 ‧
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Gustave Flaubert é uma das principais figuras da literatura francesa. Foi tornado famoso pelo seu primeiro romance, Madame Bovary, e é também recordado pela sua correspondência, cheia de introspecção precisa e de reflexões sobre o realismo na literatura. Flaubert era conhecido pela sua devoção incrivelmente escrupulosa ao seu estilo. Ele acreditava na possibilidade e necessidade de encontrar "le mot juste" ("a palavra certa"), e dedicaria semanas à realização de por vezes uma única página. Flaubert estabeleceu decisivamente o que a maioria dos leitores e escritores pensam agora como narração realista moderna, e a sua influência hoje em dia é quase demasiado familiar para ser visível. Seleccionámos para si 100 das suas citações mais interessantes, para que se familiarize com este grande proponente do realismo, e deixe o seu estilo beneficiar da conhecida precisão da sua.

100 Citações De Gustave Flaubert

Recolha As 100 Citações De

de Gustave Flaubert; Narrado por: Fábio Godinho

Propriedade Descrição
ISBN: 9782821159785
Editor: Astorg Português
Data de Lançamento: Janeiro de 2020
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 32 minutos
Tamanho Ficheiro 17.51 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9782821159785

SOBRE O AUTOR

Gustave Flaubert

Romancista francês, Gustave Flaubert nasceu a 12 de dezembro de 1821, em Rouen, França, e morreu a 8 de maio de 1880, em Croisset. Filho de um cirurgião que trabalhava no Hospital de Rouen, fez os estudos secundários na sua terra natal e matriculou-se em Direito na Sorbonne. Em 1844, os primeiros sintomas de doença nervosa que o haviam de afligir toda a vida levaram-no a abandonar o curso. O pai procurou contrariar as suas tendências literárias, mas depois da morte deste, em 1846, Flaubert regressa a Rouen e instala-se em Croisset, nos arredores da cidade. Herda do pai uma razoável fortuna que lhe possibilita entregar-se livremente à arte. É aqui que passa o resto da vida, salvo raras estadias em Paris e algumas viagens por França, Itália e Norte de África.
A sua incursão na literatura começou na escola e data de 1837, ao redigir num jornal de estudantes, Art et Progrès, e depois a revista Le Colibri. Formou uma estreita amizade com o jovem filósofo Alfred Le Poittevin, que o iria influenciar bastante com o seu pessimismo. De Novembro de 1849 a Abril de 1851, visitou com o amigo escritor Maxime du Camp a Grécia, a Itália, a Síria, a Turquia, o Egipto e a Palestina. Destas viagens surge o livro A bord de la Cange. Quando já tinha adiantada a redacção de La Tentation de Saint Antoine, interrompeu-a para escrever o seu grande romance Madame Bovary, que em 1857 foi publicado em folhetins na Revue de Paris. Esta obra, que lhe custou cinco anos de trabalho, iria também levá-lo à barra do tribunal, em 1858, por atentado contra os bons costumes. Apesar do escândalo, a crítica consagra a obra pela novidade, perfeição e equilíbrio, e as tendências realistas. Em 1862, quatro anos depois da sua viagem a Cartago, Flaubert escreve Salammbô, revelando grandes faculdades criadoras. Em 1869 foi publicada l'Éducation Sentimentale, obra de análise psicológica que não foi bem apreciada e deixou o escritor muito desiludido. Só em 1874 é que publicaria la Tentation de saint Antoine, que foi proibida. Nesta obra trabalhou Flaubert aproximadamente trinta anos. Em 1877 publica um volume de contos, Trois Contes.
Com a morte de Gustave Flaubert foram publicados, Bouvard et Pécuchet (1881), obra inacabada, Par les champs et par les grèves (1885) e quatro volumes da Correspondance (1887-93). Além destes livros há ainda que mencionar um Dictionnaire des Idées Reçues, inacabado, e, a sua copiosíssima correspondência reunida após sucessivas edições em treze volumes (1933-59), que contém indicações preciosas sobre a sua teoria do romance. Embora Flaubert não caia no cientismo naturalista de Zola, para ele todos os factos são importantes. Observa, analisa e extrai dos materiais recolhidos uma síntese dos aspetos da vida que pretende tratar, mesmo quando para se evadir da realidade presente os situa no passado, como é o caso da obra Salammbô.
A obra de Flaubert representa o expoente máximo do romance realista em França e terá influenciado o escritor português Eça de Queirós.

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