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100 Citações De Emil Cioran Audiolivro

Recolha As 100 Citações De

de E. M. Cioran; Narrado por: Fábio Godinho
idioma: português do brasil
Editor: Astorg Português, Janeiro de 2020 ‧
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Emil Cioran é um filósofo, poeta e escritor romeno, inicialmente de língua romena, depois de língua francesa desde 1949, quando o seu primeiro livro escrito directamente em francês, Précis de décomposition, foi publicado. Para Emil Cioran, não é apenas uma questão de compreender ou saber, mas de sentir todas as vicissitudes da existência humana. Na solidão, na privação material e nesta retirada do entretenimento moderno, estabelece-se então uma abordagem filosófica e espiritual comparável ao ascetismo proposto pelo budismo. Estas 100 citações visam dar acesso à sua obra monumental através de uma selecção dos seus pensamentos mais marcantes, num formato acessível a todos. Uma citação é mais do que um excerto de uma declaração, pode ser um traço da mente, um resumo de um pensamento complexo, uma máxima, uma abertura para uma reflexão mais profunda.

100 Citações De Emil Cioran

Recolha As 100 Citações De

de E. M. Cioran; Narrado por: Fábio Godinho

Propriedade Descrição
ISBN: 9782821159662
Editor: Astorg Português
Data de Lançamento: Janeiro de 2020
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 20 minutos
Tamanho Ficheiro 11.10 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9782821159662

SOBRE O AUTOR

E. M. Cioran

Emil Cioran (1911-1995) foi um filósofo romeno. Atormentado por insónias lacerantes e sem conseguir terminar a sua tese de doutoramento, escreveu o seu primeiro livro, Nos Cumes do Desespero (1934). Em 1937, obtém uma bolsa de doutoramento do Instituto Francês de Bucareste e muda-se para Paris. Nunca chega a frequentar o curso. Em 1949, publica o seu primeiro livro em francês. A adoção da língua de Molière é considerada pelo autor um segundo nascimento e valeu-lhe uma fama e um público crescentes. Rejeitando honras e prémios, manteve-se fiel até à sua morte, em 1995, ao seu pessimismo congénito, marcado por uma fina ironia.

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