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100 Citações De Aristóteles Audiolivro

Recolha As 100 Citações De

de Aristóteles; Narrado por: Fábio Godinho
idioma: português do brasil
Editor: Astorg Português, Janeiro de 2020 ‧
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Aluno do grande Platão, professor de Alexandre o Grande, Aristóteles é uma figura de grande influência na filosofia ocidental. Cícero descreveu o seu estilo literário como "um rio de ouro". A ética moderna baseia-se nas suas ideias sobre a virtude; os seus escritos abarcavam literalmente todo o conhecimento científico da época e mais além, tanto que muitas das suas descobertas ainda eram consideradas vanguardistas muitos séculos depois. Aristóteles também moldou a lógica moderna, e pôs a sua marca em toda a filosofia e teologia subsequentes. Seleccionámos para si 100 das suas mais profundas e influentes citações, para que possa ver por si próprio como estas ideias fundamentais ainda são modernas. Alimente a sua vida quotidiana com a Ética de Aristóteles, fortaleça os seus pensamentos com a sua Lógica, e adopte os seus caminhos científicos para uma vida mais clara.

100 Citações De Aristóteles

Recolha As 100 Citações De

de Aristóteles; Narrado por: Fábio Godinho

Propriedade Descrição
ISBN: 9782821159518
Editor: Astorg Português
Data de Lançamento: Janeiro de 2020
Idioma: Português do Brasil
Tipo de produto: Audiolivro
Duração: 22 minutos
Tamanho Ficheiro 12.37 MB
Formato e Compatibilidade:
Classificação Temática: Audiolivros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9782821159518

SOBRE O AUTOR

Aristóteles

Aristóteles nasceu em Estagira, na Calcídica. Apesar de ser da Macedônia, o grego era o idioma falado. Era filho de Nicômaco, amigo e médico pessoal do rei macedônio Amintas II, pai de Filipe II da Macedônia e avô de Alexandre, o Grande. É provável que o interesse de Aristóteles por biologia e fisiologia decorra da atividade médica exercida pelo pai. Com cerca de 16 ou 17 anos partiu para Atenas, maior centro intelectual e artístico da Grécia. Como muitos outros jovens de seu tempo, foi para lá prosseguir os estudos. Duas grandes instituições disputavam a preferência dos jovens: a escola de Isócrates, que visava preparar o aluno para a vida política, e Platão e sua Academia, com preferência à ciência (episteme) como fundamento da realidade. Apesar do aviso de que, quem não conhecesse Geometria ali não deveria entrar, Aristóteles decidiu-se pela Academia platônica e nela permaneceu 20 anos, até 347 a.C., ano que morreu Platão. Com a morte de grande mestre e com a escolha do sobrinho de Platão, Espeusipo, para a chefia da Academia, Aristóteles partiu para Assos com alguns ex-alunos. Dois fatos parecem se relacionar com esse episódio: Espeusipo representava uma tendência que desagradava imensamente Aristóteles, isto é, a matematização da filosofia; e Aristóteles ter-se sentido preterido (ou rejeitado), já que se julgava o mais apto para assumir a direção da Academia. Em Assoo, Aristóteles fundou um pequeno círculo filosófico com a ajuda de Hérmias, tirano local e eventual ouvinte de Platão. Lá ficou por três anos e casou-se com Pítias, sobrinha de Hérmias. Assassinado Hérmias, Aristóteles partiu para Mitilene, na ilha de Lesbos, onde realizou a maior parte de suas famosas investigações biológicas. No ano de 343 a.C. chamado por Filipe II, tornou-se precetor de Alexandre, função que exerceu até 336 a.C., quando Alexandre subiu ao trono. Neste mesmo ano, de volta a Atenas, fundou o «Lykeion», origem da palavra Liceu cujos alunos ficaram conhecidos como peripatéticos (os que passeiam), nome decorrente do hábito de Aristóteles de ensinar ao ar livre, muitas vezes sob as árvores que cercavam o Liceu. Ao contrário da Academia de Platão, o Liceu privilegiava as ciências naturais. Alexandre mesmo enviava ao mestre exemplares da fauna e flora das regiões conquistadas. Seu trabalho cobria os campos do conhecimento clássico de então: filosofia, metafísica, lógica, ética, política, retórica, poesia, biologia, zoologia, medicina e não só estabeleceu as bases de tais disciplinas quanto sua metodologia científica. Aristóteles dirigiu a escola até 323 a.C., pouco depois da morte de Alexandre. Os sentimentos antimacedônios dos atenienses voltaram-se contra ele que, sentindo-se ameaçado, deixou Atenas afirmando não permitir que a cidade cometesse um segundo crime contra a filosofia (alusão ao julgamento de Sócrates). Deixou a escola aos cuidados de seu principal discípulo, Teofrasto (371 a.C. - 287 a.C.) e retirou-se para Cálcis, na Eubéia, onde morreu no ano seguinte.

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