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No entanto, existem sinais, mais ou menos visíveis, que revelam o lado nefasto desta pressão, nos mais pequenos e jovens,
como por exemplo: a irritabilidade e preocupação excessiva; o isolamento e falta de autoconfiança (“eu não sou capaz”); as insónias e
cansaço; a falta de apetite, ou vontade compulsiva de comer; até às náuseas ou dores de cabeça. Esta ansiedade advém de uma exigência,
por vezes autoimposta, de mostrarem um bom desempenho perante os seus pares, professores e pais.
Assim sendo, os educadores devem,
antes de mais, fazer uma autoavaliação sobre as mensagens que transmitem ao aluno: “Sou demasiado exigente? Deposito expectativas
muito elevadas no seu desempenho? Faço comparações entre os seus resultados e as notas dos irmãos, primos ou amigos?” – estas são algumas
das perguntas que podem ajudar nesta reflexão. Queremos o melhor do mundo para os nossos filhos e, por vezes, não nos apercebemos da pressão
e expectativas que depositamos neles. Queremos que sejam bem-sucedidos, mas especialmente, felizes! A WOOK sabe e vai tentar ajudar a
ajudá-los nestes momentos, que são uma prova à paciência de miúdos e graúdos. Aqui ficam algumas dicas:
1) Desmistificar o “bicho papão” dos testes: Os testes e exames são momentos de avaliação de conhecimentos, mas não têm de ser o “bicho-papão” que come a alegria dos mais novos. Se o aluno tiver um ritmo diário de estudo e interesse em explorar os temas abordados nas aulas, a preparação para o teste está feita. Basta, apenas, rever os conceitos mais complexos e praticar, através da realização de exercícios. A nota é importante, mas não é um “atestado”: Uma nota mais baixa, apenas é um alerta para redirecionar a atenção e empenho para essa disciplina ou tema. Uma boa nota é motivo para festejar, mas não para relaxar e nunca mais revisitar aqueles temas. Afinal, o importante é aprender, certo?
2) Perguntar nunca ofende: Fazer perguntas é sinónimo de interesse e de estudo, e os professores gostam e agradecem. Motive os seus educandos a colocar questões aos professores, durante as aulas, e a esclarecer as suas dúvidas. A dúvida deles pode ser a dúvida dos colegas, e assim cocriam conhecimento.
3) Bem dormir e comer bem é meio caminho: Tão importante como a preparação entre os livros, é garantir que a criança ou adolescente dorme bem e se alimenta de forma saudável. Enquanto uma alimentação equilibrada fornece os nutrientes necessários ao cérebro para assimilar a informação, uma boa noite de sono aumenta a capacidade de absorção/consolidação dos conhecimentos, e a concentração na hora do estudo.
4) Benditas pausas: Fazer pausas de 2 em 2 horas não é sinal de hiperatividade e dificuldade de concentração: o cérebro precisa e o corpo agradece. Na pausa maior, encoraje a realização de alguma atividade física: dançar, jogar à bola, andar de bicicleta ou, simplesmente, caminhar vai aumentar a predisposição do cérebro para receber mais informação.
5) Consultor, mas não substituto: Ajude-o a fazer o seu plano de estudos, a organizar as suas tarefas e a ter acesso a todos os recursos necessários. No entanto, não tente fazer por ele. Ao invés, tente cimentar a autonomia e o sentido de responsabilidade perante os seus resultados. De entre os recursos que o podem ajudar na preparação para os testes e exames, a WOOK recomenta a plataforma Escola Virtual. Adaptada às exigências dos tempos modernos, na Escola Virtual pode encontrar milhares de aulas interativas e testes, desenvolvidos em função dos conteúdos lecionados do 1.º ao 12.º ano de escolaridade.
6) “Inspira, expira e não pira”: Converse com eles sobre a ansiedade e receio que estão a sentir. Estar nervoso com o teste ou exame que está quase a chegar é normal, mas não pode ser impeditivo de se sentir bem e motivado. Caso o estudante revele sinais de que não consegue lidar sozinho com a pressão desta época, procure desenvolver rotinas de relaxamento em família. Mindfulness e Ioga, são algumas opções, exploradas pela Maria Palha, no livro “Emocionar”. Nesta matéria, também recomendamos o livro “Educar as Emoções”, onde Armanda Céspedes apresenta estratégias para pais e outros adultos ajudarem as crianças a entender e a lidar com as suas emoções.
Agora só para si, que é pai e educador: Tente ser mais flexível e compreensivo! É natural estarem mais irritados, sensíveis e mal-humorados. Tenha paciência, é uma fase e vai passar. Entretanto, sirva-se de um bom livro, e acompanhe-o na fantástica viagem da aprendizagem.