Numa reunião de crónicas que revela uma faceta até aqui praticamente desconhecida, Mário de Carvalho vai «Divagando», «Intervindo», «Oficiando» e «Rememorando» com a mestria que lhe é reconhecida.

Assim, O que Eu Ouvi na Barrica das Maçãs é um livro dividido em IV atos, que foram sendo recheados de textos publicados entre as décadas de 80 e 90 e que olham o mundo com a ironia, a perspicácia e o denodo habituais do autor.
Confira:

Peneirices

Temos de conviver com isto, embora não tenhamos de nos abster de comentar isto. Não é o comentário que vai mudar feitios ou ansiedades. Mas talvez não seja mau que algumas almas compreendam que os trejeitos para deslumbrar os outros podem ser, em certos casos, completamente inúteis ou contraproducentes.
Quando ouço alguém falar muito de si, sem que lhe tenham perguntado nada, ocorre-me logo o dito de que quem se elogia a si próprio tem um só admirador. O provérbio exagera. Há quem tenha mesmo mais do que um. Mas este signatário não terá certamente.
(…)
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