Uma espécie de autobiografia ficcional, existencial e, por vezes surreal, preenchida com postais poéticos.
Sam Shepard, Prémio Pulitzer 1979, observa o seu vizinho, um velho que se baloiça num alpendre. Mas, afinal, percebemos que esse homem enigmático é o próprio narrador, que escreve ali o seu epitáfio.

«Shepard ilumina a solidão de uma forma belíssima neste breve, mas rico e comovedor, trabalho final.» The Independent

O livro começou por ser escrito à mão, pois Shepard, que sofria de Esclerose Lateral Amiotrófica, já não tinha força para dactilografar. Foi, depois, ditado com esforço às duas irmãs do escritor, encarregues da transcrição. Patti Smith, amiga de longa data, apoiou a revisão e edição. Sam Shepard trabalhou neste livro até poucos dias antes da sua morte, em Julho de 2017.

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Espião na Primeira Pessoa, de Sam Shepard
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