«Viva a Vagina!»: maravilhas e mistérios do sexo feminino

O que é a vulva?
Afinal, quando se pode engravidar?
Será que sou 'normal' lá em baixo?
O que é, realmente, uma vida sexual normal?
Se tem dúvidas a responder a estas questões, este livro é para si.
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Viva a Vagina, de Dra. Nuna Brochmann, Dra. Ellen Støkken Dahl
Está na altura de conhecer melhor o triângulo mais importante da sua vida. E não somos nós que o dizemos.
Diretamente da Noruega, o bestseller Viva a Vagina! promete falar das maravilhas e desvendar todos os mistérios do sexo feminino.

Partindo de uma introdução gloriosa e seguindo com uma narrativa baseada em casos reais e problemas que afetam muitos tipos diferentes de mulheres, as médicas Nina Brochmann e Ellen Støkken Dahl percorrem as áreas (incluindo as mais recônditas!) e esclarecem as dúvidas de forma direta, desempoeirada e bem-humorada com capítulos dedicados especificamente ao sexo, à contraceção ou «aos problemas lá em baixo.»

Sem tabus, garantimos-lhe que esta será uma leitura profícua para todas mulheres (e para homens também!), com a ressalva de que a Lei de Cardamomo* está sempre em vigor:
«Não incomodes as outras pessoas, sê sempre bom e amável, mas tirando isso faz o que te apetecer».
Mas sexo no avião? Não.
 
[*A Lei de Cardamomo está descrita no livro infantil Folk og røvere i Kardemomme by [Quando os Ladrões Chegaram à Cidade de Cardamomo], de Thorbjørn Egner.]
O GRANDE «O»
«O orgasmo é um fenómeno maravilhoso e fabuloso que se destaca de todo o trabalho enfadonho e rotineiro que o corpo faz para nos manter vivos. Enquanto o coração bombeia o sangue pelo corpo, os intestinos roncam e absorvem os alimentos, e o cérebro vibra com sinais nervosos para movimentar o corpo e fazer planos, o orgasmo tem uma função totalmente especial. É simplesmente uma delícia que nos arrepia, nos faz contorcer e gemer. O orgasmo é a nossa pequena recompensa.
Já se tentaram encontrar muitas definições que determinem o que é realmente um orgasmo, mas não existe consenso absoluto entre os investigadores. O entendimento médico tradicional diz que é uma sensação transitória culminante de prazer sexual intenso, associada a contracções rítmicas da musculatura da região pélvica. Os sexólogos modernos consideram esta definição demasiado limitada. As experiências variam de mulher para mulher e, além disso, é fisicamente possível ter orgasmos desagradáveis ou assexuais – por exemplo, durante uma violação ou durante o sono. Na verdade, uma em cada três mulheres tem orgasmos enquanto dorme. Portanto, hoje considera-se melhor dizer que o orgasmo é uma libertação de tensão sexual súbita e involuntária, como soltar a corda tensa de um arco.»

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