Rute Lourenço de A a W
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O De A a W é uma rubrica da Wook na qual desafiamos uma personalidade a percorrer as letras do abecedário dizendo para cada uma delas o que bem entender. O resultado é sempre uma incógnita.
Rute Lourenço nasceu em Faro, em 1982, mas foi Lisboa que acabou por lhe moldar o percurso. Mudou-se para a capital para estudar jornalismo e, desde então, deixou-se conquistar pela cidade e pelo ritmo das redações. Passou por vários jornais, até assumir a editoria da revista Vidas. Em 2021, com a chegada da filha, decidiu abrandar e reinventar-se. Tornou-se freelancer, colaborando com o site FLASH! e com a revista TV Guia, e encontrou finalmente espaço para dar voz às histórias que sempre quis escrever.
O resultado desse novo capítulo é Telhados de Vidro, o seu primeiro romance, lançado agora pela Porto Editora. A narrativa centra-se em Isabel, uma atriz de sucesso casada com uma estrela da televisão, que vive numa bolha de glamour mas esconde uma vida privada de medo e dor. À medida que a fachada perfeita se desmorona, Isabel vê-se confrontada com os seus próprios demónios e, ainda, com o peso da exposição pública. Com um ritmo marcado por acontecimentos e sensações, Telhados de Vidro revela a verdade por detrás da luz da fama, questionando a autenticidade do que é visível por quem está do lado de fora.
De A a W, Rute Lourenço escolhe cuidadosamente palavras-chave que mostram a força do seu livro de estreia.
Rute Lourenço nasceu em Faro, em 1982, mas foi Lisboa que acabou por lhe moldar o percurso. Mudou-se para a capital para estudar jornalismo e, desde então, deixou-se conquistar pela cidade e pelo ritmo das redações. Passou por vários jornais, até assumir a editoria da revista Vidas. Em 2021, com a chegada da filha, decidiu abrandar e reinventar-se. Tornou-se freelancer, colaborando com o site FLASH! e com a revista TV Guia, e encontrou finalmente espaço para dar voz às histórias que sempre quis escrever.
O resultado desse novo capítulo é Telhados de Vidro, o seu primeiro romance, lançado agora pela Porto Editora. A narrativa centra-se em Isabel, uma atriz de sucesso casada com uma estrela da televisão, que vive numa bolha de glamour mas esconde uma vida privada de medo e dor. À medida que a fachada perfeita se desmorona, Isabel vê-se confrontada com os seus próprios demónios e, ainda, com o peso da exposição pública. Com um ritmo marcado por acontecimentos e sensações, Telhados de Vidro revela a verdade por detrás da luz da fama, questionando a autenticidade do que é visível por quem está do lado de fora.
De A a W, Rute Lourenço escolhe cuidadosamente palavras-chave que mostram a força do seu livro de estreia.
De A a W
Rute Lourenço
A – Alentejo. O lugar seguro da personagem principal, onde regressa sempre que precisa de se reencontrar.
B – Brilho. Que, por vezes, é só aparente e esconde algo mais sombrio.
C – Celebridades. O universo retratado neste livro e todos os meandros nele escondidos.
D – Decisão. Em momentos-chave, decisões importantes mudam o curso da história.
E – Entretenimento. O mundo televisivo onde as personagens se movem, entre câmaras, guiões e convidados.
F – Fachada. Porque nem tudo o que aparenta realmente o é, porque fora de portas todos fingimos.
B – Brilho. Que, por vezes, é só aparente e esconde algo mais sombrio.
C – Celebridades. O universo retratado neste livro e todos os meandros nele escondidos.
D – Decisão. Em momentos-chave, decisões importantes mudam o curso da história.
E – Entretenimento. O mundo televisivo onde as personagens se movem, entre câmaras, guiões e convidados.
F – Fachada. Porque nem tudo o que aparenta realmente o é, porque fora de portas todos fingimos.
G – Guerra. As mais desafiantes vão exigir paciência e ponderação, mas desistir nunca esteve em cima da mesa.
H – Hipocrisia. A que leva a protagonista a ser, também, atriz da sua própria vida.
I – Isabel. O nome da protagonista, uma mulher resiliente, mas cheia de defeitos e falhas, como todos nós.
J – Julgamento. Aquele que, antes dos tribunais, faz com que os dedos se apontem em praça pública.
K – Kitsch. O mundo que contrasta com o ambiente de glamour em que os protagonistas se movem.
L – Luz. A que não se apaga, mesmo quando tudo parece perdido, que simboliza esperança em tempos de dor.
M – Mudança. Mesmo que tarde, mesmo que por vezes pareça impossível, a decisão de mudança estará sempre presente nesta narrativa.
N – Nunca. Algo que, já se sabe, não se pode dizer. Mas a personagem principal disse-o e acabou por atraiçoar aquilo em que ela própria acreditava.
O – Oportunidade. A que vai impelir à mudança, mesmo que não seja a vida que inicialmente se idealizou.
H – Hipocrisia. A que leva a protagonista a ser, também, atriz da sua própria vida.
I – Isabel. O nome da protagonista, uma mulher resiliente, mas cheia de defeitos e falhas, como todos nós.
J – Julgamento. Aquele que, antes dos tribunais, faz com que os dedos se apontem em praça pública.
K – Kitsch. O mundo que contrasta com o ambiente de glamour em que os protagonistas se movem.
L – Luz. A que não se apaga, mesmo quando tudo parece perdido, que simboliza esperança em tempos de dor.
M – Mudança. Mesmo que tarde, mesmo que por vezes pareça impossível, a decisão de mudança estará sempre presente nesta narrativa.
N – Nunca. Algo que, já se sabe, não se pode dizer. Mas a personagem principal disse-o e acabou por atraiçoar aquilo em que ela própria acreditava.
O – Oportunidade. A que vai impelir à mudança, mesmo que não seja a vida que inicialmente se idealizou.
Q – Quebra de confiança. Por vezes, um gesto, mesmo que pareça inofensivo, pode deitar tudo a perder.
R – Rebeldia. Que impele a protagonista à mudança, mesmo que esta não seja a mais benéfica para todos.
S – Segredos. Principalmente de família! Há muitos para descobrir ao longo da história.
T – Televisão. A caixinha mágica onde os protagonistas se movem, aquilo que os une e que vai ter um papel determinante no desenrolar da história.
U – União. De amigos, de família, que agrega nos momentos mais desafiantes.
V – Violência doméstica. Porque enquanto morrer nem que seja uma mulher, enquanto a violência doméstica se mantiver como um dos grandes flagelos da atualidade, precisamos de continuar a escrever sobre o tema.
W – Whisky. A bebida estará presente nos momentos mais sombrios desta história, enevoando sentimentos, tornando tudo ainda mais escuro e pesado.
R – Rebeldia. Que impele a protagonista à mudança, mesmo que esta não seja a mais benéfica para todos.
S – Segredos. Principalmente de família! Há muitos para descobrir ao longo da história.
T – Televisão. A caixinha mágica onde os protagonistas se movem, aquilo que os une e que vai ter um papel determinante no desenrolar da história.
U – União. De amigos, de família, que agrega nos momentos mais desafiantes.
V – Violência doméstica. Porque enquanto morrer nem que seja uma mulher, enquanto a violência doméstica se mantiver como um dos grandes flagelos da atualidade, precisamos de continuar a escrever sobre o tema.
W – Whisky. A bebida estará presente nos momentos mais sombrios desta história, enevoando sentimentos, tornando tudo ainda mais escuro e pesado.