Reis, rainhas e fidalgos: 4 histórias muito bizarras

Loucuras e Bizarrias de Reis, Rainhas e Fidalgos Infames
Loucuras e Bizarrias de Reis, Rainhas e Fidalgos Infames

Ao longo dos tempos, foram-se conhecendo vários exemplos de gente mal-intencionada que se dedicou a infernizar as vidas dos outros.

O que talvez não saiba são os contornos reais que assumiam os comportamentos de alguns reis, rainha e fidalgos.

Neste livro encontrará, desde a Antiguidade aos nossos tempos, pormenores sórdidos de grandes nomes da História. Um livro cheio de escândalos, paixões, fanatismos, traições e histórias muito obscuras.

QUATRO HISTÓRIAS MUITO BIZARRAS

- Sabia que D. João V (1689- 1750), Rei de Portugal a quem se deve Convento de Mafra, tinha um apetite sexual insaciável? Entre as suas várias amantes encontravam-se não só mulheres casadas, mas também várias freiras, sendo a mais conhecida a Madre Paula, que era mais nova que o rei 29 anos.


- No Império Romano, Heliogábalo (203-222) terá sido um dos primeiros transexuais da História, gostava de se prostituir e era homossexual passivo, algo que era condenável na época. A sua vida dissoluta e revolucionária tornou-o uma inspiração para muitos artistas e escritores, como o escritor francês Antonin Artaud e o compositor e instrumentista John Zorn.


- Por seu lado, Joana, a Louca (1479-1555), depois do marido morrer encabeçou um cortejo fúnebre que durou vários anos, dormindo junto ao cadáver. Joana casou com Filipe, o Belo. Foi uma relação apaixonada, mas Filipe manteve a sua leviandade de solteiro o que feria a sua esposa, que se tornou paranoica. Após a morte do marido, esteve 46 anos encerrada num castelo com o caixão e a chave do caixão pendurada ao pescoço. Esta história foi inúmeras vezes retratada por vários artistas.


- Isabel Bathóry (1560-1614), uma condessa húngara, é reconhecida como a maior assassina da história e há quem defenda que o Conde Drácula é inspirado nela, devido ao seu gosto por sangue. Uma disciplina férrea à criadagem era uma constante e abundam histórias de raparigas marcadas a ferro quente. Mutilação de genitais, bocados de carne arrancados à dentada. Nunca foi julgada ou condenada pelos seus crimes, mas foi fechada no castelo e impedida de sair do quarto pela família.



Conheça também as vidas de:
- Leonor Teles, cuja infidelidade por pouco não destruía a independência de Portugal;
- Afonso VI, deposto por impotência sexual pelo irmão, D. Pedro II, que depois casaria com a cunhada;
- Henrique VIII, o rei que casou seis vezes e matou duas das mulheres;
- Dipendra, o príncipe nepalês que matou a família real.

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