Por que nos sentimos cada vez mais infelizes?

Porque Dormimos?
O Mundo à Beira de um Ataque de Nervos, de Matt Haig
Os níveis de stress e ansiedade estão a subir. Estamos, aparentemente, cada vez mais ligados uns aos outros e, no entanto, cada vez mais isolados.

Como ser feliz num mundo que está programado para nos deixar infelizes? Que incentiva o consumo, a insatisfação e nos enlouquece diariamente?

Matt Haig, premiado romancista e jornalista britânico, põe tudo em perspetiva e procura compreender porque nos sentimos mal no mundo moderno. Afinal, porque falhamos no básico, de que nos queixamos se temos tudo?

Uma leitura imperdível para refletir e agitar consciências.
«Não precisamos de outro mundo. Tudo aquilo de que precisamos já está neste, desde que abdiquemos de pensar que precisamos de tudo.»
PRECISAMOS DO TEMPO QUE JÁ TEMOS
«A questão é que, mais do que nunca, agora deveríamos ter mais tempo. Vejamos. Durante o último século, a esperança de vida mais do que duplicou para as pessoas que vivem em países desenvolvidos. Além disso, mais do que noutra época qualquer, temos inúmeras tecnologias e aparelhos que nos poupam tempo. (…)
Ainda assim, para muitos de nós, a vida parece fugir debaixo dos pés. De tal forma que é habitual ouvir coisas como: “Gostava de ler mais, gostava de aprender a tocar um instrumento, gostava de ir ao ginásio, gostava de fazer voluntariado (…).
Frequentemente, damos por nós a desejar que o dia tivesse mais horas. Só que isso não ajudaria nada. O problema não está, obviamente, na falta de tempo. O problema é estramos sobrecarregados com tudo o resto»
Matt Haig é o autor bestseller e premiado de vários romances.
COMO SER FELIZ
1. Não se compare com as restantes pessoas.
2. Não se compare com as restantes pessoas.
3. Não se compare com as restantes pessoas.
4. Não se compare com as restantes pessoas.
5. Não se compare com as restantes pessoas.
6. Não se compare com as restantes pessoas.
7. Não se compare com as restantes pessoas.
INVERTER O CÍRCULO VICIOSO
«A ansiedade alimenta-se a si própria. Sofrer de ansiedade, em forma de doença é um círculo vicioso de desespero. A única solução passa por interromper o ciclo de meta preocupação; parar de nos preocuparmos com o facto de nos preocuparmos, o que é praticamente impossível. Por vezes, o truque passa por encontrar uma forma de inverter o círculo vicioso. Eu faço-o através da aceitação de que estou num estado de não aceitação. Tento sentir-me confortável com o facto de estar desconfortável. Tento aceitar que não detenho o controlo. (…)»

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