Manuel Clemente de A a W
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20 de junho de 2024
De A a W é uma rubrica do Wookacontece, na qual desafiamos um convidado a percorrer as letras do abecedário dizendo para cada uma delas… o que bem entender. O resultado é sempre uma incógnita.
Desta vez, o nosso convidado é Manuel Clemente, que acaba de lançar o seu quinto livro: Sem Ti Não Vais a Lado Nenhum. «Sem que mudemos algo, como podemos esperar que algo mude?» é a pergunta que nos faz logo à partida, fazendo-nos olhar para uma realidade de que temos consciência, mas que continuamos a preferir ignorar. Desperdiçamos muito tempo com atividades que não nos preenchem, reprimimos o que sentimos, suportamos muita frustração antes de pensarmos sequer em mudar. Neste livro encontramos um honesto e despretensioso testemunho de quem tenta ser fiel a si próprio.
O caminho nem sempre é fácil, mas está aí, à nossa espera. Ao percorrer connosco as letras de A a W, Manuel Clemente já nos dá algumas pistas param nos fazermos à estrada da vida como ela deve ser vivida – sem medo, e com muito entusiasmo.
Desta vez, o nosso convidado é Manuel Clemente, que acaba de lançar o seu quinto livro: Sem Ti Não Vais a Lado Nenhum. «Sem que mudemos algo, como podemos esperar que algo mude?» é a pergunta que nos faz logo à partida, fazendo-nos olhar para uma realidade de que temos consciência, mas que continuamos a preferir ignorar. Desperdiçamos muito tempo com atividades que não nos preenchem, reprimimos o que sentimos, suportamos muita frustração antes de pensarmos sequer em mudar. Neste livro encontramos um honesto e despretensioso testemunho de quem tenta ser fiel a si próprio.
O caminho nem sempre é fácil, mas está aí, à nossa espera. Ao percorrer connosco as letras de A a W, Manuel Clemente já nos dá algumas pistas param nos fazermos à estrada da vida como ela deve ser vivida – sem medo, e com muito entusiasmo.
De A a W
Manuel Clemente
A – Amadora. Nem todos os berços de ouro são dourados.
B – Bem-estar. O único bem que faz sentido acumular.
C – Connosco. Sozinhos podemos chegar a muitos sítios, mas apenas connosco conseguimos ir a todo o lado.
D – Desacelerar. Pode ser a forma mais rápida de chegarmos onde precisamos.
E – Entusiasmo. Aquilo que recebo quando a inspiração dá o seu melhor.
F – Final. Um final feliz é mais provável quando tentamos ser felizes até ao final.
B – Bem-estar. O único bem que faz sentido acumular.
C – Connosco. Sozinhos podemos chegar a muitos sítios, mas apenas connosco conseguimos ir a todo o lado.
D – Desacelerar. Pode ser a forma mais rápida de chegarmos onde precisamos.
E – Entusiasmo. Aquilo que recebo quando a inspiração dá o seu melhor.
F – Final. Um final feliz é mais provável quando tentamos ser felizes até ao final.
G – George. Que todos possamos cumprir o sonho de George Agostinho Baptista da Silva e ser os poetas à solta que nascemos para ser.
H – Haja. Haja paciência para aguardar pelo tempo da vida.
I – Ingenuidade. Aconteça o que acontecer, nunca perder o fascínio no olhar.
J – Jangada. Porque nem todas as travessias exigem um colete salva-vidas.
K – Karma. A culpa não é dele, nós é que precisamos de fazer escolhas melhores.
L – Limite. É quando nos limitamos a aceitar as nossas limitações que as possibilidades se tornam ilimitadas.
M – Mudar. Sem que mudemos algo, como podemos esperar que algo mude?
N – Nunca fiques...
O – Onde já não estás.
H – Haja. Haja paciência para aguardar pelo tempo da vida.
I – Ingenuidade. Aconteça o que acontecer, nunca perder o fascínio no olhar.
J – Jangada. Porque nem todas as travessias exigem um colete salva-vidas.
K – Karma. A culpa não é dele, nós é que precisamos de fazer escolhas melhores.
L – Limite. É quando nos limitamos a aceitar as nossas limitações que as possibilidades se tornam ilimitadas.
M – Mudar. Sem que mudemos algo, como podemos esperar que algo mude?
N – Nunca fiques...
O – Onde já não estás.
P – Palavras. A sua força em nada se compara com o poder de quem as lê.
Q – Quinto. Escrever um livro era algo distante. Poder publicar o quinto? Nem nos sonhos dos meus sonhos.
R – Ritmo. É por respeitarmos o ritmo do nosso ritmo que vamos estar sempre a tempo.
S – Sonho. Se é ele que comanda as nossas vidas, porque não obedecemos?
T – Tarrafal. Onde tantos perderam a liberdade, eu tive a sorte de poder encontrá-la.
U – Utopia. Quando é que vamos deixar de confundir o utópico com o receio de tentar?
V – Viver. Ninguém pode fazê-lo por nós. E ainda bem.
W – Williamsburg, Brooklyn. Também foi aqui que descobri as palavras que me faltavam.
Q – Quinto. Escrever um livro era algo distante. Poder publicar o quinto? Nem nos sonhos dos meus sonhos.
R – Ritmo. É por respeitarmos o ritmo do nosso ritmo que vamos estar sempre a tempo.
S – Sonho. Se é ele que comanda as nossas vidas, porque não obedecemos?
T – Tarrafal. Onde tantos perderam a liberdade, eu tive a sorte de poder encontrá-la.
U – Utopia. Quando é que vamos deixar de confundir o utópico com o receio de tentar?
V – Viver. Ninguém pode fazê-lo por nós. E ainda bem.
W – Williamsburg, Brooklyn. Também foi aqui que descobri as palavras que me faltavam.