Livro do Mês: Os Testamentos, de Margaret Atwood
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17 de janeiro de 2020
LIVRO DO mÊS: oS TESTAMENTOS, DE MARGARET ATWOOD
Eis a aguardada sequela da obra-prima distópica de Margaret Atwood.
15 anos após A História de uma Serva (The Handmaid's Tale, em inglês), a prolífica escritora canadiana regressa à República da Gilead, o mundo que criou em 1985 e onde nos mostrou o funcionamento e a imagética chocante de uma sociedade teocrática, puritana e altamente restritiva, em que as servas são transformadas em escravas para serem usadas por casais com problemas de fertilidade.
Os Testamentos é, por isso, um romance urgente, onde segredos, há muito enterrados, aproximam três mulheres muito diferentes com um resultado imprevisível. Além do mais, este livro surge num momento cultural muito particular, em que tanto se debatem os direitos das mulheres.
Assim que o livro saiu para as livrarias do Reino Unido, as vendas da primeira semana excederam as expetativas: em poucos dias, foram vendidos 100 mil livros, um exemplar a cada quatro segundos.
Em Portugal, a editora Bertrand anunciou o lançamento um dia depois de ter sido atribuído à autora o Booker Prize 2019, um dos mais prestigiados prémios literários do mundo e o mais importante prémo de ficção em língua inglesa.
15 anos após A História de uma Serva (The Handmaid's Tale, em inglês), a prolífica escritora canadiana regressa à República da Gilead, o mundo que criou em 1985 e onde nos mostrou o funcionamento e a imagética chocante de uma sociedade teocrática, puritana e altamente restritiva, em que as servas são transformadas em escravas para serem usadas por casais com problemas de fertilidade.
Os Testamentos é, por isso, um romance urgente, onde segredos, há muito enterrados, aproximam três mulheres muito diferentes com um resultado imprevisível. Além do mais, este livro surge num momento cultural muito particular, em que tanto se debatem os direitos das mulheres.
Assim que o livro saiu para as livrarias do Reino Unido, as vendas da primeira semana excederam as expetativas: em poucos dias, foram vendidos 100 mil livros, um exemplar a cada quatro segundos.
Em Portugal, a editora Bertrand anunciou o lançamento um dia depois de ter sido atribuído à autora o Booker Prize 2019, um dos mais prestigiados prémios literários do mundo e o mais importante prémo de ficção em língua inglesa.