Como é um dia perfeito na vida destes 6 autores?

Como é o dia perfeito para estes seis autores?
Como é o dia perfeito para estes seis autores?
Uma das perguntas que fazemos regularmente nas entrevistas do Wookacontece é pedir aos convidados que nos descrevam um dia perfeito nas suas vidas. Há quem prefira fazer jogging pela manhã, há quem não dispense estar junto ao mar, fazer um brunch, ler e escrever, jantar com amigos.

Descubra como é, afinal, o dia ideal para estes seis autores:
JOSÉ EDUARDO AGUALUSA
O escritor angolano de 57 anos privilegia pequenas atividades de lazer, sem nunca descurar as escrita: «Para mim, um dia perfeito é um dia em que eu possa escrever – e escreva bem-, mas possa também estar com os meus filhos, brincar, comer bem [risos], descansar e ouvir boa música.»
JANNE TELLER
A dinamarquesa autora dos livros «Nada» e, mais recentemente, de «Guerra» é fã de equitação e gosta de sair e «cavalgar na minha égua árabe pelas florestas - preferivelmente galopando muito rápido, que não há espaço para outros pensamentos.»
ONDJAKI
A frase «o melhor do mundo são as crianças» poderia ter sido proferida por Ondjaki.
«Numa manhã, numa tarde em que não esperava – e, às vezes, a gente não está bem, acorda menos alinhado com os nossos eixos externos – acontece ir a um lançamento, a uma atividade, e estar lá um grupo de crianças e normalmente há uma surpresa. (…) Há uma criança que nos entrega um sorriso, um olhar, uma pergunta. As crianças fazem perguntas muito certeiras. A pessoa responde a depois a pergunta vai connosco o dia todo. Esse é um dos meus dias ideais.
Mas há coisas mais simples: sentar-me a tomar um copo de vinho, a olhar uma montanha limpa, a olhar o mar, ir à pesca, e às vezes não apanhar nada, isso pode ser um dia bonito.»
ISABEL SILVA
Para a apresentadora de televisão, a alegria encontra-se nas coisas simples do dia a dia:
«É muito fácil eu ser feliz. São pequeninas coisinhas. Claro que eu tenho grandes objetivos na minha vida (…) mas eu acredito que a felicidade constante está naquilo que nós fazemos todos os dias da nossa vida e em privilegiar momentos que nos dão prazer. Por exemplo: o que é que eu adoro? Acordar cedinho, adoro ver o dia a nascer. Gosto de acordar, de passear o meu Caju enquanto levo o meu chá. Depois, tomo o meu pequeno-almoço – adoro comer – e depois vou treinar. Adoro treinar na natureza e com a natureza para receber a vitamina do sol. Combate depressões! (…) Depois, alongo na praia… e quanto ao resto é o que vier… pode ser trabalhar, privilegio muito as pessoas que me amam E para terminar em beleza, gosto de me sentar à mesa, aí às sete e meia, oito da noite, e ter uma incrível refeição com uma boa companhia.»
ERIC NEPOMUCENO
O premiado escritor e tradutor brasileiro Eric Nepomuceno refere o seu grupo de amigos, com quem se encontra regularmente, como uma forma de terminar o seu dia ideal. Desse grupo fazem parte Miguel Faria, diretor de cinema, o documentarista Rui Solberg, o compositor Edu Lobo e o músico o Chico Buarque. «Eu acordo às nove, nove e meia da manhã. Eu não tomo café da manhã, tomo chá, e não como quase nada. Leio os jornais no computador... eu nunca pensei num dia ideal. Estar com o meu filho é um bom dia. Existe no Brasil um quarteto feminino chamado “Em Si”. E eu faço parte do quinteto “Fora de Si”. A gente há mais de vinte anos janta uma vez por mês. Então, eu não tenho um ideal, eu tenho pontos que são a minha terapia. Eu economizo muito em analista indo jantar com meus amigos.»
KHALED HOSSEINI
O autor bestseller que vive neste momento no Estado da Califórnia gosta de «despertar cedo na manhã de sábado, dar um longo passeio pelas colinas perto de minha casa, fazer um brunch com a minha esposa e os nossos filhos, ler um pouco pela tarde, escrever, e, depois, à noite, ter família em casa para um barbecue e um filme.»

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