Célia Correia Loureiro de A a W

5 de junho de 2026
O De A a W é uma rubrica da Wook na qual desafiamos uma personalidade a percorrer as letras do alfabeto dizendo para cada uma delas o que bem entender. O resultado é sempre uma incógnita.

Célia Correia Loureiro formou-se em Informação Turística e guiou, durante anos, viajantes pelos recantos mais inspiradores de Portugal. Em 2022, passou a dedicar-se por inteiro à tradução literária e, mais recentemente, à investigação histórica. Entre mudanças de rumo e novas paixões, há apenas uma certeza imutável na sua vida: a escrita acompanha-a sempre.
É desse impulso criativo que nasce Doce Setembro, um romance intimista que mergulha na memória, na nostalgia e nas encruzilhadas da vida adulta. A história segue Eduarda, que regressa à aldeia algarvia onde passou vários setembros da adolescência, procurando ali um refúgio para repensar o rumo que tomou.
Desencantada e à procura de respostas, decide reencontrar o amor de juventude na mítica Casinha de Bonecas, acreditando que talvez seja possível viver agora o que antes ficou por cumprir. Um livro que deixa no ar uma pergunta inevitável: será realmente boa ideia revisitar o passado?
Neste De A a W, em poucas palavras, Célia Correia Loureiro conduz-nos pelos temas, lugares e emoções que habitam esta narrativa.
De A a W
Célia Correia Loureiro
A – Algarve. Interior, profundo, longe das praias e das ementas poliglotas.

B – Brevidade. Esta personagem sabe que não deve apressar-se, mas também não pode continuar a perder tempo.

C – Carícia. O livro é um repositório de carícias adiadas.

D – Desejo. É um elemento central da narrativa.

E – Eduarda. A personagem principal.

F – Frederico. A outra personagem principal.
G – Gato. O gato como símbolo de arrependimento.

H – Hortênsia. Flores.

I – Impossível. Talvez não seja.

J – Jura. A canção no gira-discos.

K – Kiss. Os beijos dizem muito, aqui.

L – Leveza. Apesar dos segredos, a estória contém muita leveza.

M – Menina-mulher. A transição necessária.

N – Noite. As noites estreladas algarvias.

O – Olhar. Dos que dizem tudo.

P – Pedras. A Eduarda guarda-as no bolso.

Q – Queijo. Da tia Alda.
R – Risco. Sempre presente.

S – Segredos. Ela é boa a guardá-los.

T – Traição. É, ou não é?

U – Última. Uma última oportunidade.

V – Viagem. No tempo.

W – Wook. Onde podem sempre encontrar este livro.

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