À procura da melhor mãe de todos os tempos?

A propósito do Dia da Mãe, resolvemos identificar algumas das mais emblemáticas mães que fomos encontrando nos livros. No entanto, não se deixem enganar: nós adoramos as nossas progenitoras e, em jeito de respeito, recusámo-nos a admitir que possa existir na ficção um colo mais amigo do que aquele que encontramos no mundo real onde habitam as nossas queridas mães. Contudo, num mundo hipotético, se fosse possível ter uma segunda mãe, estas seriam, sem dúvida, as nossas escolhas:
4 de maio de 2017
Senhora Potts
A incrível chaleira d’A Bela e O Monstro e a adorável mãe do pequeno Chips.
Molly Weasley
Uma das mães mais queridas da saga Harry Potter. Molly tem um coração gigante e assume o papel de segunda mãe do rapaz que sobreviveu.
Catelyn Stark
A esposa de Lorde Eddard e Senhora de Winterfel naquela que é, segundo o The Denver Post, "a melhor fantasia dos últimos 50 anos". Ainda não conhece Catelyn Star?
Jennifer Honey
Negligenciada pelos pais, Matilda Wormwood encontra na sua adorável professora a mãe que sempre desejou ter. Encontre-a nas páginas de Matilda, um livro assinado pela pena de Roald Dahl.
Bobbi
Inspirada no livro de memórias de Cheryl Strayed, Bobbi ensina-nos a superar as crises mais agudas e a reinventar um sentido para a vida. 
Ma
Será que o amor que une mãe e filho pode sobreviver às circunstâncias mais aterradoras, derrubar paredes e vencer todo o mal? Depois de conhecermos esta mãe nas páginas d'O Quarto de Jack , não nos restam dúvidas!
Kanga
A incrível mãe do pequeno canguru castanho, Roo, e a amiga fiel do urso mais guloso de todos, Winnie The Pooh.
Clare Abshire
A paciência é um dom e Clare Abshire sabe-o como ninguém, não fosse ela A Mulher do Viajante no Tempo. A cada nova partida de Henry, o amor da sua vida, resta-lhe perscrutar o horizonte e esperar pelo regresso anunciado. Até que...
Marmee
Marmee criou um lar onde reina a união familiar. Uma mãe que é a prova viva de que, mesmo na adversidade, o amor e a coragem são mais fortes. Encontre-a nas páginas de As Mulherzinhas, um clássico assinado pela pena de Louise May Alcott.
Clarissa Vaughan
"Recordo-me de acordar um dia e de existir uma sensação de possibilidade no ar. Conheces essa sensação? E lembro-me de ter pensado: "este é o início da felicidade. É aqui que ela começa. E, é claro, mais virá." Nunca me ocorreu que não era o começo - era a felicidade; era o momento, aquele exato momento.", confessa Clarissa à sua filha numa das conversas entre mãe e filha. Se ainda não conhece Clarissa Vaughan, leia já o livro de de Michael Cunningham, As Horas, que deu origem ao filme com o mesmo título.

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