A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se F*da

A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se F*oda
Capa do livro A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se F*da, de Mark Manson
UM ABORDAGEM CONTRAINTUITIVA PARA VIVER UMA VIDA MELHOR
Ao longo de quase 200 páginas, Mark Manson explora os assuntos mais triviais, conferindo-lhes novos contornos e abordagens que, não raras vezes, fogem àquela que seria a nossa primeira resposta para determinado problema.
Este livro é exatamente como Steve Kamb o descreveu: «uma estalada necessária dada pelo teu melhor amigo», num registo especialmente hilariante e disruptivo.

Acredite: se acha o título provocador, espere só até começar a ler o conteúdo:





Sejamos claros. Não há na indiferença absolutamente nada de admirável ou que inspire confiança. As pessoas indiferentes são fraquinhas e assustadas. São os que não saem do sofá e os trolls da Internet. De facto, as pessoas indiferentes procuram muitas vezes sê-lo porque, na verdade, se importam demasiado. Ralam-se com o que os outros pensam do seu cabelo, por isso nunca se dão ao trabalho de o lavar ou pentear. Importam-se com o que os outros pensam das suas ideias, por isso escondem-se atrás do sarcasmo e do moralismo. Receiam que os outros se aproximem deles, por isso imaginam-se como uma florzinha de estufa única e especial que tem problemas que mais ninguém conseguiria entender.
(…)
Essa coisa de nos estarmos a cagar para tudo não existe. Temos de nos importar com alguma coisa. Faz parte da nossa biologia gostarmos sempre de alguma coisa e, portanto, importarmo-nos.
A questão assim é com que nos importamos? Com que escolhemos importar-nos? E como podemos não nos importar com aquilo que, em última análise, não interessa?



ENTÃO, MARK, AFINAL PARA QUE RAIO SERVE ESTE LIVRO?

Este livro vai ajudá-lo a pensar um pouco mais claramente acerca daquilo que decide considerar importante na sua vida e daquilo sobre o que decide pensar, «que se foda».
(…)
Não, não é aquela treta da revelação como uma bênção eterna e idealista, fim-de-todo-o-sofrimento. Pelo contrário, para mim a revelação prática é aceitar a ideia de que teremos sempre de sofrer de alguma coisa – façamos o que fizermos, a vida é composta de fracassos, perdas, remorsos e até morte. Porque, uma vez que nos sintamos mais confortáveis com toda a merda que a vida nos atira (e, acredita, será muita), tornamo-nos invencíveis a uma espécie de nível espiritual básico. Afinal, a única maneira de ultrapassar a dor é aprender a suportá-la.


«O autoconhecimento é como uma cebola. Tem múltiplas camadas e, quanto mais a descascamos, mais provável é que desatemos a chorar em momentos inconvenientes.»

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