8 coisas que todos fazíamos nas férias de verão

8 coisas que todos fazíamos no verão e que agora nos parecem absurdas (ou impensáveis)
8 coisas que todos fazíamos nas férias e agora nos parecem absurdas (ou impensáveis)
Muitas coisas mudaram desde aqueles longos meses de verão da nossa infância ou adolescência.
A era da Internet e dos smartphones pôs um ponto final a alguns comportamentos/atividades a que, na altura, não dávamos importância, mas que agora nos parecem... absurdas (ou impensáveis).

Vamos refrescar a memória?
#1 – Pôr o walkman na mala – e umas quantas cassetes para ouvir música
A ideia de andar com um walkman (e, mais tarde, com um discman) para todo o lado nas longas férias de verão parece-nos demasiado longínqua… e foi. Na verdade, é uma coisa do século passado. Hoje, a Internet permite-nos ouvir música sem a termos (streaming) e de forma gratuita (se não nos importarmos com os anúncios…).
#2 – Ir de férias e não reservar hotel
Para a maioria de nós, viajar sem alojamento marcado é, hoje, uma aventura desnecessária, uma dor de cabeça evitável e até perigosa: pode dar-se o caso de não conseguirmos mesmo uma cama para dormir. Mas antes era normal. Os trajetos de viagem eram relativamente flexíveis e por isso adaptáveis ao local onde se pernoitava. E ninguém pensava nisso.
#3 – Viajar de mapa na mão, sempre
Na era pré-GPS, o mapa de estradas foi o mais fiel companheiro de viagens durante décadas. Era uma autêntica cena abri-lo e interpretá-lo com as janelas do carro abertas tal era o vento, mas fechá-lo era ainda pior.
#4 – Mandar um postal do sítio de férias
Quem nunca parou numa loja de propósito para comprar uns quantos postais do local de férias? Temos saudades disso.
#5 – Rolos e mais rolos de fotografias para revelar
A magia deste momento era inigualável: como terá ficado aquela fotografia que tirámos junto ao mar? E ainda se faziam álbuns, essa coisa maravilhosa.
#6 – Deixar passar três horas para «fazer a digestão»
Quando éramos crianças, não devia haver nada tão aborrecido quanto esperar pelo final da digestão para ir para a água. E, ainda por cima, hoje sabemos que se trata de um mito sem fundamento científico. Quantas horas e mergulhos teremos perdido à espera? É melhor nem pensarmos no assunto.
#7 – Fazer viagens (enormes) sem cinto de segurança
O cinto de segurança é obrigatório em Portugal, para adultos e crianças, desde 1993… mas muitas viagens se fizeram antes disso sem ele. Algo que hoje nos parece absolutamente impensável.
#8 – Despedir-nos dos amigos e do amor de verão para não o voltar a ver
Perderam-se muitas relações de amizade e amor antes do Whatsapp (e agora estragam-se umas quantas porque lemos e não respondemos… dramas da vida moderna.)
E para que nada se perca, aqui ficam três sugestões onde pode registar as suas melhores memórias:
VIAJÁRIO
Um livro para leitores-viajantes, para planear e organizar viagens, apontar eventos, escrever memórias e guardar fotografias com a inspiração da melhor literatura.
ISTO É MAIS QUE UM DIÁRIO
ADAM J. KURTZ
As atividades e ideias deste livro ajudam a tornar a vida mais positiva. Solte a criatividade nestas páginas, aponte ideias, desenhe.
TODOS OS DIAS FELIZES
Esta agenda literária prática e intemporal, para levar para todo o lado e escrever as suas memórias mais felizes. De férias e não só.

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