6 livros para quem odeia o Natal

O cheiro a rabanadas já o deixa enjoado e as músicas natalícias causam-lhe comichão no ouvido? Sempre que alguém fala em prendas de natal só lhe apetece fugir e, para si, a Patagónia é um bom destino de férias para esta altura do ano?

Então, não desespere e não se sinta sozinho nesse universo paralelo ao “espírito de Natal”. Há bons livros para quem não é fã desta quadra festiva.
Nós vamos sugerir apenas seis.
Na Patagónia
Prepare-se para uma grande viagem, mesmo sem sair do seu sofá.

Bruce Chatwin, um dos mais aclamados escritores de literatura de viagens de sempre, foi jornalista da Sunday Times Magazine durante vários anos. Na carta que apresentou quando se demitiu lia-se apenas: «Fui para a Patagónia». O seu livro mais célebre é, justamente, Na Patagónia, um clássico da literatura contemporânea. Cada página leva-nos até à América do Sul e faz-nos parceiros de todos os personagens citados pelo autor.
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Uma Magia Mais Escura
Uma viagem entre universos paralelos.

Kell prefere mil vezes morrer saboreando uma aventura do que viver parado. Oficialmente é viajante da Londres Vermelha, embaixador do império Maresh, guardião da correspondência mensal entre as realezas de cada Londres. Não oficialmente, é um contrabandista, servindo as pessoas dispostas a pagar pelo mais pequeno vislumbre de um mundo que nunca verão. É um passatempo difícil, cujas consequências perigosas Kell sofrerá em primeira mão.
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Ociosas Reflexões de um Ocioso
Humor, reflexão e um conjunto de crónicas indolentes.

Se procura um daqueles livros que fazem parte das listas das grandes obras da literatura, então avance nas nossas sugestões. Em Ociosas Reflexões de um Ocioso vai apenas encontrar um companheiro bem-humorado, irónico e com lampejos de irreverência para quando tudo à sua volta o deixa cansado. Oscilando entre riso e a reflexão, o autor, nascido em 1886, apresenta 14 textos para procrastinadores ferrenhos, em que desmonta com uma simplicidade desarmante paradoxos do quotidiano e convenções edificadas pelo hábito.
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A Felicidade Paradoxal
Uma reflexão sobre a sociedade do hiperconsumo.

Numa era em que o consumo funciona como um império sem tempos mortos, cujos contornos são infinitos, e as pessoas são imprevisíveis nos seus gostos e nas suas compras, procurando experiências emocionais e mais bem-estar, deparamo-nos cada vez mais com uma felicidade paradoxal: nunca o indivíduo contemporâneo atingiu um grau tão elevado de abandono.
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Rosa Branca
Para ensinar aos mais novos que nem todas as flores crescem a sorrir.

Rosa Branca presencia a detenção de um rapaz por um grupo de soldados. Seguindo o camião onde o transportam descobre muitas crianças prisioneiras e esfomeadas que têm uma estrela cosida na roupa. As suas idas e vindas até ao campo de concentração para lhes levar comida às escondidas tornam-se, a partir daí, contínuas. De leitura recomendada a partir dos oito anos, este livro representa os sentimentos mais puros da infância: bondade, inocência, generosidade e ausência de preconceitos.
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Como o Grinch Roubou o Natal
O Natal é mais do que comida deliciosa, canções e presentes.

Há tradições que não se podem perder, mesmo para quem se sente uma criatura verde a viver numa caverna e assistir à festa de longe. O Grinch é uma delas.
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