5 factos sobre Freddie Mercury que provavelmente desconhece

5 factos sobre Freddie Mercury que provavelmente desconhece
5 factos sobre Freddie Mercury que provavelmente desconhece
A lover of life, a singer of songs

Farrokh Bulsara nasceu a 5 de setembro de 1946, em Zanzibar, um destino paradisíaco e praticamente virgem da Tanzânia, onde se ouviam discos e liam revistas que chegavam com meses de atraso.
Depois, nasceu uma segunda vez, em 1970, como Freddie. E, por fim, uma terceira, como lenda.

Ao longo da sua vida, tudo se escreveu sobre ele. O que se sabia e o que julgava saber-se.

Freddie Mercury, Uma Biografia
é o livro que refaz com pormenor a vida do fundador e vocalista dos Queen, que mereceu uma edição de capa dura e largamente ilustrada pela mão do espanhol Alfonso Casas. Um caminho feito de conquistas épicas, de excentricidades e de curiosidades que agora partilhamos.
#1 – FREDDIE MERCURY TINHA UMA VOZ INIMITÁVEL
Em 2016, uma investigação realizada por estudiosos austríacos, checos e suecos realçou que, mais do que aspetos técnicos, «a sua incrível gama vocal ia desde o rugido gutural próprio das vozes do rock até ao tom cristalino do falsete.»
«Freddie nunca teve aulas de canto (…), pelo que não possuía qualquer técnica vocal. Além disso, o cantor sofria de uma condição denominada ‘dentes supernumerários’, que no seu caso fazia com que tivesse quatro dentes a mais.»
#2 – ERA APAIXONADO POR GATOS
John Reid afirmou ter ficado surpreendido quando visitou a casa do músico. «Por detrás daquele ar de estrela de glam rock, havia um rapaz pacato, rodeado de gatos e que gostava de relaxar ao som de Liza Minnelli.» O seu álbum de estreia a solo, Mr. Bad Guy, foi inclusive dedicado aos felinos: ‘Este álbum é dedicado ao meu gato Jerry e também ao Tom, Oscar e Tiffany e a todos os amantes de gatos do Universo. O resto que se lixe.’
#3 – VÁRIAS LETRAS ERAM AUTOBIOGRÁFICAS
Apesar de defender a neutralidade das suas letras, se fizermos coincidir cada um dos êxitos à época em que foi escrito, percebemos que estão mais relacionados com a sua vida do que o cantor gostaria de admitir. É o caso de Someone to Love, lançada em 1976, que marca em definitivo o fim do seu relacionamento amoroso com Mary Austin e a predisposição para voltar a amar: Anybody, anywhere, anybody find me somebody to love love love!
#4 – FEZ MÚSICA ATÉ AO FIM
Freddie era portador do vírus HIV e não gostava de falar sobre isso. Naquela altura, um diagnóstico destes era fatal – e ele sabia-o. A única maneira de não renunciar à vida era continuar a fazer música.
Embora tenha continuado a compor após o lançamento de Innuendo, em novembro de 1991, chegou a um ponto em que já não tinha forças para se levantar da cama e decidiu interromper a medicação. Morreu dois dias depois com uma broncopneumonia derivada da SIDA.
#5 – HÁ UM ASTEROIDE COM O SEU NOME
«Em 1991, o ano da morte de Freddie, foi descoberto um asteroide, que em 2016 foi batizado Freddiemercury 17473. Freddie nunca quis ir para o Céu – costumava dizer que no inferno devia haver pessoas muito mais interessantes – mas de certeza que teria ficado encantando com esta homenagem cósmica.»

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