10 de Junho, 10 clássicos portugueses

Dia 10, 10 livros.
Celebramos o Dia de Portugal de Camões e das Comunidades Portuguesas com uma dezena de boas razões para se sentar a ler verdadeiros clássicos da Língua Portuguesa.
10 clássicos escritos em português
10 de junho, 10 clássicos
A SIBILA
A Sibila é o romance que consagra Agustina Bessa-Luís. Estilo marcadamente erudito e complexo que a torna única na literatura portuguesa.
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OS BICHOS
Num registo coloquial, bucólico e metafórico, Miguel Torga transforma uma série de animais, os bichos, em seres humanos capazes de agir e reagir ao meio. Uma ambiguidade permanente entre o humano e o irracional, que data de 1940.
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O ANO DA MORTE DE RICARDO REIS
O fim de vida de um dos heterónimos de Fernando Pessoa, Ricardo Reis, imaginado e dissecado magistralmente pelo Nobel português José Saramago.
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OS CUS DE JUDAS
Solidão, poesia, amor e morte. Este é um livro de memórias sobre os horrores a que António Lobo Antunes assistiu como médico durante a Guerra Colonial. Editado pela primeira vez em 1979, é uma referência histórica obrigatória.
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OBRA POÉTICA
Um livro que condensa todo o espólio poético de Sophia de Mello Breyner, incluindo poemas inéditos em depósito na Biblioteca Nacional. Uma obra-prima excecional e de rara beleza.
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OS LUSÍADAS
Nenhuma lista sobre clássicos em Língua Portuguesa estaria completa sem «Os Lusíadas», a poesia épica de Luís Vaz de Camões. A epopeia portuguesa por excelência.
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SINAIS DE FOGO
Anos 30. O despertar de um jovem para a sexualidade, a política e a poesia. Obra autobiográfica, inacabada e o único romance de Jorge de Sena. É um dos mais importantes títulos da literatura portuguesa do séc. XX.
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HÚMUS
Mórbido, inquietante e original para a época – foi publicado pela primeira vez em 1917 –, Húmus é uma obra existencialista, um romance-monólogo em que o narrador descreve o quotidiano de uma vila, intercalando-o com as suas reflexões pessoais.
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APARIÇÃO
Uma espécie de “radiografia” da relação do Homem com a sociedade, com Deus e consigo mesmo. Resumir-se-ia assim este romance de Vergílio Ferreira. «Sei, não talvez como quem conquistou mas como quem se despoja: a minha verdade é o que me sobeja de tudo.»
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LIVRO DO DESASSOSSEGO
Uma das maiores obras de Fernando Pessoa, assinada pelo seu semi-heterónimo Bernardo Soares. Um livro fragmentário, compostos por diversos trechos, com temas que oscilam entre a variação do estado psíquico, a paixão, o conhecimento e a moral.
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