Igorrr
Igorrr é o projecto musical do francês Gautier Serre, criado no início dos anos 2000 e conhecido pela fusão extrema e inesperada de géneros como música barroca, metal, breakcore, ópera, electrónica e música tradicional. O resultado é um universo sonoro caótico e imprevisível, mas profundamente original, que lhe granjeou reputação como um dos projectos mais inovadores da música experimental contemporânea.
Serre começou por lançar gravações caseiras que já revelavam a intenção de cruzar mundos aparentemente incompatíveis. Em 2010, o álbum Nostril apresentou Igorrr a uma audiência mais ampla, mostrando uma estética marcada pelo choque entre beleza e brutalidade, delicadeza clássica e agressividade digital.
Seguiram-se trabalhos como Hallelujah (2012) e Savage Sinusoid (2017), este último editado pela Metal Blade Records, que deram maior projeção internacional ao projecto. A mistura de coros operáticos, guitarras pesadas e batidas electrónicas complexas tornou-se marca registada, assim como o humor negro e a teatralidade presente nas composições.
Em palco, Igorrr transformou-se de um projecto de estúdio para uma experiência colectiva, com músicos e vocalistas a recriarem ao vivo a intensidade e a imprevisibilidade dos álbuns. A presença de vocais extremos, tanto líricos como guturais, reforça o carácter de espectáculo total.
O álbum Spirituality and Distortion (2020) consolidou Igorrr como uma das forças mais originais do metal e da música electrónica, explorando ainda mais a fusão entre tradição e modernidade, caos e harmonia.
Hoje, Igorrr é reconhecido como um dos projectos mais singulares do panorama musical europeu, desafiando géneros e expectativas, e criando um espaço único onde o absurdo, o grotesco e o sublime convivem lado a lado.
Serre começou por lançar gravações caseiras que já revelavam a intenção de cruzar mundos aparentemente incompatíveis. Em 2010, o álbum Nostril apresentou Igorrr a uma audiência mais ampla, mostrando uma estética marcada pelo choque entre beleza e brutalidade, delicadeza clássica e agressividade digital.
Seguiram-se trabalhos como Hallelujah (2012) e Savage Sinusoid (2017), este último editado pela Metal Blade Records, que deram maior projeção internacional ao projecto. A mistura de coros operáticos, guitarras pesadas e batidas electrónicas complexas tornou-se marca registada, assim como o humor negro e a teatralidade presente nas composições.
Em palco, Igorrr transformou-se de um projecto de estúdio para uma experiência colectiva, com músicos e vocalistas a recriarem ao vivo a intensidade e a imprevisibilidade dos álbuns. A presença de vocais extremos, tanto líricos como guturais, reforça o carácter de espectáculo total.
O álbum Spirituality and Distortion (2020) consolidou Igorrr como uma das forças mais originais do metal e da música electrónica, explorando ainda mais a fusão entre tradição e modernidade, caos e harmonia.
Hoje, Igorrr é reconhecido como um dos projectos mais singulares do panorama musical europeu, desafiando géneros e expectativas, e criando um espaço único onde o absurdo, o grotesco e o sublime convivem lado a lado.