Odysséas Elytis
PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1979
Odysséas Elytis nasceu em Creta no ano de 1911. Estudou em Atenas e aí concluiu o ensino secundário, findo o qual ingressou na Escola de Direito da Universidade de Atenas.
Os seus poemas foram publicados pela primeira vez em 1935, na revista Nea Grammata (Nova Cultura), um importante órgão de reforma da escrita poética grega, cujo início se deu perto da II Guerra Mundial. Durante a ocupação da Grécia, no contexto da Guerra Mundial, Elytis integrou as forças militares; terminado esse período, retomou activamente a publicação de poesia e também de ensaios (que se debruçavam maioritariamente sobre poesia contemporânea e questões artísticas).
Desempenhou cargos de administração e direção em prestigiados organismos e organizações como a Fundação Nacional de Rádio, o Serviço de Rádio e Televisão e a Organização Nacional de Turismo do Festival de Atenas.
Entre 1948 e 1952 e 1969 e 1972, o escritor viveu em Paris, onde aprofundou conhecimentos de Filologia e Literatura, na Sorbonne, e contactou com os pais dos movimentos vanguardistas (Breton, Picasso, Matisse e Chagall, entre outros). Durante essas temporadas aproveitou também para viajar, tendo visitado Inglaterra, Suíça, Itália e Espanha, países onde frequentemente representou a Grécia em festivais culturais.
A sua poesia, muito divulgada, carateriza-se pela devoção ao Helenismo e à reconstrução da antiga cultura grega, procurando uma expressão clara. Em 1979 foi distinguido com o Prémio Nobel de Literatura. Faleceu em Atenas, em 1996.
Odysséas Elytis nasceu em Creta no ano de 1911. Estudou em Atenas e aí concluiu o ensino secundário, findo o qual ingressou na Escola de Direito da Universidade de Atenas.
Os seus poemas foram publicados pela primeira vez em 1935, na revista Nea Grammata (Nova Cultura), um importante órgão de reforma da escrita poética grega, cujo início se deu perto da II Guerra Mundial. Durante a ocupação da Grécia, no contexto da Guerra Mundial, Elytis integrou as forças militares; terminado esse período, retomou activamente a publicação de poesia e também de ensaios (que se debruçavam maioritariamente sobre poesia contemporânea e questões artísticas).
Desempenhou cargos de administração e direção em prestigiados organismos e organizações como a Fundação Nacional de Rádio, o Serviço de Rádio e Televisão e a Organização Nacional de Turismo do Festival de Atenas.
Entre 1948 e 1952 e 1969 e 1972, o escritor viveu em Paris, onde aprofundou conhecimentos de Filologia e Literatura, na Sorbonne, e contactou com os pais dos movimentos vanguardistas (Breton, Picasso, Matisse e Chagall, entre outros). Durante essas temporadas aproveitou também para viajar, tendo visitado Inglaterra, Suíça, Itália e Espanha, países onde frequentemente representou a Grécia em festivais culturais.
A sua poesia, muito divulgada, carateriza-se pela devoção ao Helenismo e à reconstrução da antiga cultura grega, procurando uma expressão clara. Em 1979 foi distinguido com o Prémio Nobel de Literatura. Faleceu em Atenas, em 1996.
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