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We Are Love - Vinil Música

de The Charlatans
editora: BMG, Janeiro de 2025 ‧
45,51€
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portes grátis

ALINHAMENTO

Disco 1
A1 - Kingdom Of Ours
A2 - We Are Love
A3 - Many A Day A Heartache
A4 - For The Girls
A5 - You Can't Push The River
A6 - Deeper And Deeper
B1 - Appetite
B2 - Salt Water
B3 - Out On Our Own
B4 - Glad You Grabbed Me
B5 - Now Everything

Informação Adicional
Manufactured in Germany

VERSIONS:
- Copies available via Sound Of Vinyl came with a signed art card of the sleeve.
- A limited edition version (200 copies) from Assai Records came with an Obi. The Obi, added post manufacture, is hand-numbered and embossed with the Assai Records logo. The Obi shows cat# 964183511, the Sleeve shows cat# 964183501 and the runouts show cat# 964183551. There is no hype sticker on this version; it was not shipped in shrink but in a clear protective outer sleeve.

RUNOUTS are etched. Variant 2 is one the Assai Records versions.

We Are Love - Vinil

de The Charlatans

Propriedade Descrição
editora: BMG
Data de Lançamento: Janeiro de 2025
Dimensões: 313 x 316 x 7 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Indie
EAN: 4099964183504
Número de discos: 1
Formato: Vinyl / LP / Album

SOBRE O ARTISTA

The Charlatans

The Charlatans são uma das bandas mais representativas do cenário britânico, surgindo no final dos anos 80 como parte do movimento Madchester, uma fusão única de rock alternativo, dance e psicadelismo. Formada em 1989, em Northwich, Inglaterra, a banda foi inicialmente composta por Tim Burgess (vocalista), Martin Blunt (baixista), Jon Brookes (baterista), Mark Collins (guitarrista) e Rob Collins (tecladista). O som da banda, que misturava rock psicadélico com elementos de dance music, tornou-se uma marca distintiva do grupo, ajudando-os a conquistar uma grande base de fãs e reconhecimento.

O álbum de estreia da banda, Some Friendly (1990), é amplamente considerado um clássico do indie britânico. O álbum apresenta o famoso hit "The Only One I Know", que se tornou um dos maiores sucessos da banda e um marco do movimento Madchester. Com a sua mistura de guitarras hipnóticas, teclados dançantes e a voz característica de Tim Burgess, The Charlatans se destacaram por uma abordagem acessível e energética ao rock alternativo, enquanto incorporavam elementos da música eletrónica e do soul.

Nos anos seguintes, a banda continuou a lançar álbuns bem-sucedidos, como Between 10th and 11th (1992) e Up to Our Hips (1994), que solidificaram ainda mais a sua posição na cena musical britânica. Com canções como "Weirdo" e "Can't Get Out of Bed", os The Charlatans conseguiram manter o seu estilo característico, misturando o psicadelismo com a energia do rock alternativo, mas também começaram a expandir as suas sonoridades, incorporando influências do pop e até do funk.

Em 1997, a banda lançou Tellin' Stories, um dos seus álbuns mais aclamados, que contou com a colaboração de Stephen Street (produtor de artistas como The Smiths e Blur). O álbum apresentou canções icónicas como "One to Another" e "How High", que reafirmaram a capacidade da banda de criar músicas cativantes, mas com uma profundidade emocional que tocava temas de perda e redenção. O álbum foi um grande sucesso comercial e ajudou a consolidar The Charlatans como uma das bandas mais importantes da cena britânica.

Embora tenham enfrentado algumas dificuldades nos anos seguintes, incluindo a morte trágica de Rob Collins, tecladista da banda, em 1996, The Charlatans continuaram a fazer música e a manter-se relevantes ao longo das décadas seguintes. Álbuns como You Cross My Path (2008) e Modern Nature (2015) mostram uma banda que continua a evoluir, mantendo-se fiel às suas raízes, mas também explorando novas sonoridades e abordagens musicais. Ao longo dos anos, The Charlatans mantiveram uma base de fãs leal e continuam a ser uma referência na música britânica, celebrando a sua longevidade e a capacidade de reinventar-se.

Com uma carreira que abrange mais de 30 anos, The Charlatans são uma das bandas mais respeitadas do cenário indie e alternativo britânico. A sua capacidade de criar canções que misturam energia, melodia e profundidade emocional fez deles uma das bandas mais amadas do Reino Unido, e o seu legado permanece vivo na cena musical contemporânea.

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