Violinkonzert . Duos . Fantasie - CD Música

de Igor Stravinsky
editora: Gramola, Janeiro de 2021 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1

Violin Concerto In D Major
01 - Toccata
02 - Aria I
03 - Aria II
04 - Capriccio

Suite Italienne For Violin And Piano
05 - Introduzione
06 - Serenata
07 - Tarantella
08 - Gavotta Con Due Variazioni
09 - Scherzino
10 - Minuetto E Finale
11 - Dans Russe (Ptérouchka)
12 - Chanson Russe (Mavra)

Duo Concertant
13 - Cantilène
14 - Eglogue I
15 - Eglogue II
16 - Gigue
17 - Dithyrambe
18 - Concert Fantasia On Russian Themes Op.33

Violinkonzert . Duos . Fantasie - CD

de Igor Stravinsky

Propriedade Descrição
editora: Gramola
Data de Lançamento: Janeiro de 2021
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Outros Géneros > Outros
EAN: 9003643992047
Número de discos: 1
Formato: SACD / Hybrid

SOBRE O ARTISTA

Igor Stravinsky

Igor Stravinsky foi um dos compositores mais influentes do século XX, nascido a 17 de junho de 1882 em Oranienbaum (atual Lomonosov), Rússia, e falecido a 6 de abril de 1971 em Nova Iorque, Estados Unidos. Stravinsky é amplamente reconhecido pela sua inovação e pela capacidade de transformar o panorama da música clássica através de suas obras, que frequentemente desafiavam as convenções musicais da sua época.

Stravinsky ganhou notoriedade internacional com a sua colaboração com os Ballets Russes, uma companhia de balé dirigida por Sergei Diaghilev. Foi para esta companhia que ele compôs três das suas obras mais célebres: O Pássaro de Fogo (1910), Petrushka (1911) e A Sagração da Primavera (1913). A Sagração da Primavera, em particular, causou grande controvérsia na sua estreia em Paris devido à sua música dissonante e rítmica complexa, bem como pela coreografia inovadora de Vaslav Nijinsky. Esta obra é frequentemente citada como um marco na história da música e um ponto de viragem na música moderna.

Ao longo da sua carreira, Stravinsky demonstrou uma incrível capacidade de adaptação e reinvenção. Ele passou por várias fases estilísticas distintas, incluindo o uso de estilos neoclássicos nos anos 1920 e 1930, onde buscou inspiração na música do passado, especialmente dos períodos barroco e clássico. Obras como a Sinfonia dos Salmos (1930) e Pulcinella (1920) exemplificam este período neoclássico.

Na última fase da sua vida, Stravinsky abraçou o serialismo, uma técnica associada a compositores como Arnold Schoenberg, que envolve o uso de séries de doze tons. A sua obra Agon (1957) é um exemplo desta fase, mostrando sua habilidade em assimilar novas técnicas composicionais.

Além de ser um compositor prolífico, Stravinsky foi também um maestro respeitado e autor de vários escritos sobre música. Ele deixou uma marca indelével na música do século XX, não apenas através das suas composições, mas também pela sua influência sobre outros compositores e músicos. A sua habilidade de inovar constantemente, mantendo uma profundidade emocional e intelectual na sua música, garantiu-lhe um lugar como uma das figuras mais importantes da história da música clássica.

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