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Violin Concerto No.2, Violin Sonatas No.1, No.2 - CD Música

de Sergei Prokofiev
editora: RCA Red Seal, Janeiro de 2001 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1

Sonata In F Minor, Op. 80
01 - I. Andante Assai
02 - II. Allegro Brusco
03 - III. Andante
04 - IV. Allegrissimo

Sonata In D, Op. 94a
05 - I. Andantino
06 - II. Allegro
07 - III. Andante
08 - IV. Allegro Con Brio

Violin Concerto No. 2 In G Minor, Op. 63
09 - I. Allegro Moderato
10 - II. Andante Assai
11 - III. Allegro, Ben Marcato

Violin Concerto No.2, Violin Sonatas No.1, No.2 - CD

de Sergei Prokofiev

Propriedade Descrição
editora: RCA Red Seal
Data de Lançamento: Janeiro de 2001
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Outros Géneros > Outros
EAN: 4988017606704
Duração (m): 51
Número de discos: 1
Formato: CD / Compilation / Reissue / Remastered / Stereo

SOBRE O ARTISTA

Sergei Prokofiev

Sergei Prokofiev foi um dos compositores mais versáteis e inovadores do século XX, nascido a 23 de abril de 1891 em Sontsovka, na Ucrânia, então parte do Império Russo, e falecido a 5 de março de 1953 em Moscovo, União Soviética. Prokofiev é amplamente reconhecido pela sua capacidade de navegar entre diversos estilos musicais, desde o neoclassicismo até o modernismo, e por sua habilidade em combinar melodias líricas com ritmos complexos e harmonias ousadas.

Prokofiev começou a compor desde muito jovem, demonstrando um talento precoce. Ele estudou no Conservatório de São Petersburgo, onde desenvolveu uma reputação como um "enfant terrible" da música, devido ao seu estilo irreverente e inovador. Durante a Revolução Russa, Prokofiev deixou a Rússia e passou vários anos nos Estados Unidos e na Europa Ocidental, onde continuou a compor e a apresentar as suas obras.

Entre as suas obras mais conhecidas estão os balés Romeu e Julieta (1935-1936) e Cinderela (1940-1944), a ópera Amor de Três Laranjas (1921), as sete sinfonias que compôs ao longo da vida, e a música para o filme Alexandre Nevsky (1938), dirigida por Sergei Eisenstein. Ele também compôs o célebre Pedro e o Lobo (1936), uma obra destinada a introduzir as crianças aos instrumentos da orquestra, que se tornou imensamente popular e é frequentemente usada em programas educativos.

Após retornar à União Soviética em 1936, Prokofiev teve uma relação complicada com o regime stalinista. Apesar de ter composto obras que foram celebradas pelo Estado, como a Quinta Sinfonia (1944), ele também enfrentou críticas e censura, especialmente durante o período do Zhdanovismo, que reprimiu a expressão artística na União Soviética.

Prokofiev morreu no mesmo dia que Josef Stalin, a 5 de março de 1953. O seu legado musical é vasto e diversificado, abrangendo uma ampla gama de géneros e estilos. A sua música continua a ser amplamente executada e apreciada, sendo vista como um elo entre as tradições clássicas e as correntes modernistas da música do século XX.

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