Transmission Impossible - CD Música

de Joni Mitchell
editora: Eat to the Beat, fevereiro de 2016 ‧
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - Chelsea Morning
02 - Cactus Tree
03 - Night in the City
04 - For Free
05 - Willy
06 - The Fiddle and the Drum
07 - Both Sides, Now
08 - Get Together
09 - Gift of the Magi
10 - Eastern Rain
11 - Brandy Eyes
12 - London Bridge
13 - Sugar Mountain
14 - You Can Close Your Eyes
15 - Mr Tambourine Man

Disco 2
01 - Coyote
02 - For Free
03 - Big Yellow Taxi
04 - A Case of You
05 - You Turn Me On I'm a Radio
06 - You're So Square
07 - Solid Love
08 - Love
09 - Ladies Man
10 - Don't Interrupt the Sorrow
11 - Refuge of the Road
12 - You Dream Flat Tires

Disco 3
01 - Refuge of the Roads
02 - Being Roy
03 - Sex Kills
04 - Moon at the Window
05 - Night Ride Home
06 - The Crazy Cries of Love
07 - Yvette in English
08 - Cherokee Louise
09 - Sunny Sunday
10 - Hejira
11 - Just Like This Train

Transmission Impossible - CD

de Joni Mitchell

Propriedade Descrição
editora: Eat to the Beat
Data de Lançamento: fevereiro de 2016
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Pop-Rock > Pop-Rock
EAN: 0823564672526
Número de discos: 3
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Joni Mitchell

Joni Mitchell é uma das cantoras, compositoras e guitarristas mais influentes e respeitadas da história da música popular. Nascida a 7 de novembro de 1943, em Fort Macleod, Alberta, Canadá, Mitchell é amplamente reconhecida pelo seu talento lírico, a sua habilidade musical e pela sua capacidade de explorar temas complexos e pessoais nas suas canções. Ao longo de uma carreira que abrange mais de cinco décadas, ela deixou uma marca indelével na música folk, rock, jazz e pop, sendo frequentemente citada como uma das maiores compositoras de todos os tempos.

Joni Mitchell começou a sua carreira musical na década de 1960, inicialmente como uma cantora folk em cafés e clubes. As suas primeiras influências incluíram artistas como Bob Dylan e Joan Baez, mas rapidamente Mitchell desenvolveu um estilo próprio, marcado pela sua voz distinta, o seu uso inovador de acordes abertos na guitarra e as suas letras profundamente poéticas. O seu primeiro álbum, Song to a Seagull (1968), foi produzido por David Crosby e já mostrava a sua capacidade única de combinar melodias cativantes com letras introspectivas e complexas.

O verdadeiro sucesso chegou com o lançamento do álbum Ladies of the Canyon (1970), que incluiu alguns dos primeiros grandes sucessos de Mitchell, como "Big Yellow Taxi" e "Woodstock." A última canção, "Woodstock," tornou-se um hino para a geração dos anos 60 e foi popularizada pela banda Crosby, Stills, Nash & Young. Ladies of the Canyon destacou a habilidade de Mitchell em capturar o espírito da época, abordando temas de ambientalismo, mudança social e liberdade pessoal.

Em 1971, Joni Mitchell lançou Blue, um álbum que é amplamente considerado uma das maiores obras-primas da música popular. Blue é um trabalho profundamente pessoal e emotivo, no qual Mitchell explora temas de amor, perda e solidão com uma honestidade crua e vulnerável. Canções como "A Case of You," "River," e a faixa-título "Blue" são frequentemente citadas como algumas das melhores composições da sua carreira. Blue não só solidificou Mitchell como uma das principais compositoras da sua geração, mas também influenciou incontáveis artistas que vieram depois.

Ao longo dos anos 1970, Joni Mitchell continuou a evoluir musicalmente, explorando novos territórios sonoros e líricos. O álbum Court and Spark (1974) marcou uma viragem para um som mais acessível e comercial, incorporando elementos de jazz e pop-rock. O álbum foi um grande sucesso e incluiu canções como "Help Me" e "Free Man in Paris," que se tornaram alguns dos seus maiores sucessos comerciais.

Na segunda metade da década de 1970, Mitchell mergulhou ainda mais fundo no jazz, colaborando com músicos como Jaco Pastorius e Wayne Shorter. Álbuns como The Hissing of Summer Lawns (1975) e Hejira (1976) mostraram uma artista que estava constantemente a desafiar as convenções e a explorar novas direções musicais. Hejira, em particular, é aclamado por sua atmosfera introspectiva e pelas suas letras que exploram temas de viagem, isolamento e a busca por identidade.

Durante as décadas de 1980 e 1990, Joni Mitchell continuou a gravar e a lançar álbuns que refletiam o seu espírito inovador e a sua vontade de experimentar. Álbuns como Dog Eat Dog (1985) e Night Ride Home (1991) mostraram uma artista que, mesmo após décadas na indústria musical, ainda estava disposta a correr riscos e a explorar novas sonoridades.

Além de sua música, Joni Mitchell é também uma talentosa pintora e artista visual. Ao longo de sua carreira, ela frequentemente criou a arte das capas dos seus álbuns, e a sua paixão pela pintura sempre foi uma parte integral da sua identidade artística.

Mitchell recebeu inúmeros prémios e honras ao longo da sua carreira, incluindo nove Grammy Awards. Em 1997, ela foi incluída no Rock and Roll Hall of Fame, reconhecendo a sua contribuição significativa para a música popular. Em 2007, recebeu o Prémio Polar, considerado o "Nobel da Música."

Apesar de ter enfrentado problemas de saúde nos últimos anos, Joni Mitchell continua a ser uma figura venerada na música. A sua influência é sentida em várias gerações de músicos e compositores, e o seu legado como uma das grandes vozes poéticas da música popular está garantido. As suas canções, repletas de beleza lírica e complexidade emocional, continuam a tocar corações e a inspirar ouvintes em todo o mundo.

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