The Trial - CD Música

de Philip Glass
editora: Orange Mountain Music, Janeiro de 2017 ‧
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ALINHAMENTO


Act One

1
01 - Scene 1 - The Arrest: Franz, Willem, The Inspector
02 - Scene 2A - The Landlady, Frau Grubach
03 - Scene 2B - The Tenant Next Door, Fräulein Bürstner
04 - Scene 3 - The Court
05 - Scene 4 - Washerwoman, The Student, The Court Usher (Washerwoman's Husband)
06 - Scene 5A - At The Bank: Uncle Albert
07 - Scene 5B - The Flogger

Act Two

2
01 - Prelude
02 - Scene 1 - Uncle Albert Takes K. To Visit Lawyer Huld And Leni (Huld's Maid-Cum-Nurse)
03 - Scene 2 - Titorelli The Painter
04 - Scene 3 - Lawyer Huld's House: Block (Another Client), Leni
05 - Scene 4 - The Priest
06 - Scene 5 - Journey To A Quarry

The Trial - CD

de Philip Glass

Propriedade Descrição
editora: Orange Mountain Music
Data de Lançamento: Janeiro de 2017
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Clássica > Clássica
EAN: 0801837011821
Duração (m): 117
Número de discos: 2
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Philip Glass

Philip Glass é um dos compositores mais influentes e prolíficos dos séculos XX e XXI, conhecido principalmente como um dos pioneiros do minimalismo na música. Nascido a 31 de janeiro de 1937 em Baltimore, Maryland, Glass revolucionou a música contemporânea com as suas composições, frequentemente caracterizadas por padrões repetitivos, uma estrutura harmónica minimalista e uma profunda exploração do ritmo e da textura.

Glass começou a sua formação musical ainda jovem, estudando flauta e, posteriormente, composição na Universidade de Chicago e na Juilliard School. Um ponto crucial na sua carreira foi a colaboração com o famoso sitarista indiano Ravi Shankar nos anos 60, o que lhe abriu novas perspectivas sobre a música e o levou a desenvolver o estilo pelo qual se tornaria mundialmente conhecido. A sua música minimalista, que ele prefere chamar de "música com estruturas repetitivas", emergiu como uma resposta ao serialismo e ao modernismo que dominavam a música clássica na época.

Um dos seus primeiros trabalhos a ganhar notoriedade foi a ópera Einstein on the Beach (1976), criada em colaboração com o encenador Robert Wilson. Esta obra, que desafiava as convenções tradicionais da ópera, foi um marco na carreira de Glass, estabelecendo-o como uma figura central na música contemporânea. A ópera, sem uma narrativa linear clara, utiliza repetições e variações de frases musicais e textuais, criando uma experiência hipnótica e envolvente.

Philip Glass continuou a explorar e a expandir os limites da música com obras como Satyagraha (1980), baseada na vida de Mahatma Gandhi, e Akhnaten (1983), inspirada na história do faraó egípcio. Além das óperas, Glass compôs bandas sonoras icónicas para filmes como Koyaanisqatsi (1982), The Truman Show (1998) e The Hours (2002), pela qual recebeu uma nomeação ao Oscar.

Glass também colaborou com artistas de diferentes géneros musicais, incluindo o rock, pop, e música eletrónica, trabalhando com nomes como David Bowie, Brian Eno e Paul Simon. Esta abertura a diferentes influências e a capacidade de atravessar fronteiras musicais fizeram dele um dos compositores mais versáteis e influentes do seu tempo.

A música de Philip Glass continua a ter um impacto profundo na cultura contemporânea, sendo utilizada em concertos, filmes, e até em eventos políticos e sociais. A sua abordagem única à composição não só influenciou gerações de músicos e compositores, como também desafiou o público a repensar a experiência musical, oferecendo algo que é simultaneamente acessível e intelectualmente desafiante.

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