The Soul of Oscar Peterson - CD Música

de Oscar Peterson
editora: BHM Productions, março de 2008 ‧
ESGOTADO OU NÃO DISPONÍVEL

ALINHAMENTO


Disco 2
01 - Seven Come Eleven
02 - Tenderly
03 - Carioca
04 - Over the Rainbow
05 - Pompton Turnpike
06 - Surrey With the Fringe On Top
07 - Blues for Basie
08 - Love You Madly
09 - Love Me Or Leave Me
10 - Desert Sands
11 - The Man I Love
12 - Goody Goody
13 - When Lights Are Low
14 - I Want to Be Happy
15 - What's New
16 - Soulville

Disco 1
01 - Carnegie Blues
02 - My Heart Stood Still
03 - Debut
04 - Little White Lies
05 - Salute to Garner
06 - Love for Sale
07 - Willow Weep for Me
08 - The Astaire Blues
09 - Night and Day
10 - Funky Blues
11 - Just You, Just Me
12 - It Ain't Necessarily So
13 - Blues Skies
14 - Tea for Two

The Soul of Oscar Peterson - CD

de Oscar Peterson

Propriedade Descrição
editora: BHM Productions
Data de Lançamento: março de 2008
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Jazz/Blues > Jazz
EAN: 0090204893348
Número de discos: 2
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Oscar Peterson

Oscar Peterson (15 de agosto de 1925 – 23 de dezembro de 2007) foi um dos pianistas de jazz mais influentes e respeitados da história da música. Nascido em Montreal, Canadá, Peterson começou a aprender piano ainda criança, inicialmente inspirado pela sua irmã mais velha e posteriormente orientado pelo pianista húngaro Paul de Marky, que o introduziu à técnica e ao estilo de tocar de Franz Liszt. Embora tenha começado com música clássica, Peterson foi profundamente atraído pelo jazz, particularmente pelas gravações de artistas como Art Tatum, que se tornou uma das suas maiores influências.

Ao longo da sua carreira, Oscar Peterson desenvolveu uma técnica pianística notável, combinando uma execução veloz e precisa com uma expressividade emocional profunda. Ele era capaz de tocar com uma clareza e força extraordinárias, o que lhe permitia explorar tanto a complexidade rítmica do bebop quanto a fluidez do swing e do blues. A sua destreza técnica foi muitas vezes comparada à de grandes pianistas clássicos, mas foi no jazz que ele realmente deixou a sua marca.

Oscar Peterson ganhou fama internacional na década de 1940, depois de ser descoberto pelo produtor e empresário Norman Granz, fundador do selo Verve e organizador dos concertos Jazz at the Philharmonic. A partir daí, Peterson tornou-se um dos artistas principais desses concertos, que reuniam alguns dos maiores nomes do jazz. O seu trabalho com o Jazz at the Philharmonic foi crucial para solidificar a sua reputação, levando-o a colaborar com lendas como Ella Fitzgerald, Dizzy Gillespie, Charlie Parker e Louis Armstrong.

Nos anos 1950, Oscar Peterson formou o icónico Oscar Peterson Trio, que inicialmente incluía Ray Brown no contrabaixo e Herb Ellis na guitarra. Este trio estabeleceu um novo padrão de excelência no jazz, particularmente na forma como combinava a improvisação solta com um sentido rigoroso de estrutura musical. O trio produziu alguns dos álbuns mais importantes da carreira de Peterson, incluindo Night Train (1963), um dos discos mais celebrados de sempre no jazz, conhecido pela sua abordagem única ao blues e ao swing.

Oscar Peterson também foi um educador comprometido, dedicado a transmitir o seu conhecimento e amor pelo jazz a novas gerações de músicos. Ele publicou vários livros e tutoriais de piano, e o seu estilo influenciou profundamente pianistas que vieram depois dele, como Herbie Hancock e Chick Corea. A sua abordagem ao jazz foi caracterizada pela fusão de uma técnica rigorosa com uma paixão profunda pela improvisação, resultando numa música que é tanto cerebral quanto emocionalmente ressonante.

A sua carreira foi interrompida em 1993 por um derrame que limitou a mobilidade da sua mão esquerda. No entanto, Peterson continuou a tocar e a gravar, adaptando o seu estilo às suas novas limitações físicas. Este período da sua vida mostrou não apenas a sua resiliência como artista, mas também a sua devoção inabalável à música.

Oscar Peterson recebeu inúmeros prémios ao longo da sua vida, incluindo oito Grammy Awards, e foi nomeado Companheiro da Ordem do Canadá, a mais alta honra civil do país. A sua contribuição para o jazz é imensurável, e ele é lembrado como um dos maiores pianistas da história, cujo legado continua a influenciar músicos e a encantar audiências em todo o mundo. A sua música, rica em técnica e emoção, permanece uma parte vital do património cultural do século XX.

(ver mais)

DO MESMO ARTISTA