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The Sonnets Volume 2: Sonnets 78 To 154 - CD Música

de William Shakespeare
editora: HELIOS, Janeiro de 1988 ‧
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ALINHAMENTO

Disco 1
01 - 78 So Oft Have I Invok'd Thee For My Muse
02 - 79 Whilst I Alone Did Call Upon Thy Aid
03 - 80 O How I Faint When I Of You Do Write
04 - 81 Or I Shall Live Your Epitaph To Make
05 - 82 I Grant Thou Wert Not Married To My Muse
06 - 83 I Never Saw That You Did Painting Need
07 - 84 Who Is It That Says Most, Which Can Say More
08 - 85 My Tongue-tied Muse In Manners Holds Her Still
09 - 86 Was It The Proud Full Sail Of His Great Verse
10 - 87 Farewell! Thou Art Too Dear For My Possessing
11 - 88 When Thou Shalt Be Dispos'd To Set Me Light
12 - 89 Say That Thou Didst Forsake Me For Some Fault
13 - 90 Then Hate Me When Thou Wilt; If Ever, Now
14 - 91 Some Glory In Their Birth, Some In Their Skill
15 - 92 But Do Thy Worst To Steal Thyself Away
16 - 93 So Shall I Live, Supposing Thou Art True
17 - 94 They That Have Power To Hurt, And Will Do None
18 - 95 How Sweet And Lovely Dost Thou Make The Shame
19 - 96 Some Say Thy Fault Is Youth, Some Wantonness
20 - 97 How Like A Winter Hath My Absence Been
21 - 98 From You Have I Been Absent In The Spring
22 - 99 The Forward Violet Thus Did I Chide
23 - 100 Where Art Thou, Muse, That Thou Forget'st So Long
24 - 101 O Truant Muse, What Shall Be Thy Amends
25 - 102 My Love Is Strengthened, Though More Weak In Seeming
26 - 103 Alack, What Poverty My Muse Brings Forth
27 - 104 To Me, Fair Friend, You Never Can Be Old
28 - 105 Let Not My Love Be Call'd Idolatry
29 - 106 When In The Chronicle Of Wasted Time
30 - 107 Not Mine Own Fears, Nor The Prophetic Soul
31 - 108 What's In The Brain That Ink May Character
32 - 109 O Never Say That I Was False Of Heart
33 - 110 Alas, 'tis True I Have Gone Here And There
34 - 111 O For My Sake Do You With Fortune Chide
35 - 112 Your Love And Pity Doth The Impression Fill
36 - 113 Since I Left You, Mine Eye Is In My Mind
37 - 114 Or Whether Doth My Mind, Being Crown'd With You
38 - 115 Those Lines That I Before Have Writ Do Lie
39 - 116 Let Me Not To The Marriage Of True Minds
40 - 117 Accuse Me Thus: That I Have Scanted All
41 - 118 Like As To Make Our Appetite More Keen
42 - 119 What Potions Have I Drunk Of Siren Tears
43 - 120 That You Were Once Unkind Befriends Me Now
44 - 121 'Tis Better To Be Vile Than Vile Esteemed
45 - 122 Thy Gift, Thy Tables, Are Within My Brain
46 - 123 No, Time, Thou Shalt Not Boast That I Do Change
47 - 124 If My Dear Love Were But The Child Of State
48 - 125 Were't Aught To Me I Bore The Canopy
49 - 126 O Thou, My Lovely Boy, Who In Thy Power
50 - 127 In The Old Age Black Was Not Counted Fair
51 - 128 How Oft, When Thou, My Music, Music Play'st
52 - 129 Th' Expense Of Spirit In A Waste Of Shame
53 - 130 My Mistress' Eyes Are Nothing Like The Sun
54 - 131 Thou Art As Tyrannous, So As Thou Art
55 - 132 Thine Eyes I Love, And They, As Pitying Me
56 - 133 Beshrew That Heart That Makes My Heart To Groan
57 - 134 So Now I Have Confess'd That He Is Thine
58 - 135 Whoever Hath Her Wish, Thou Hast Thy Will
59 - 136 If Thy Soul Check Thee That I Come So Near
60 - 137 Thou Blind Fool, Love, What Dost Thou To Mine Eyes
61 - 138 When My Love Swears That She Is Made Of Truth
62 - 139 O Call Not Me To Justify The Wrong
63 - 140 Be Wise As Thou Art Cruel; Do Not Press
64 - 141 In Faith, I Do Not Love Thee With Mine Eyes
65 - 142 Love Is My Sin, And Thy Dear Virtue Hate
66 - 143 Lo As A Careful Housewife Runs To Catch
67 - 144 Two Loves, I Have, Of Comfort And Despair
68 - 145 Those Lips That Love's Own Hand Did Make
69 - 146 Poor Soul, The Centre Of My Sinful Earth
70 - 147 My Love Is As A Fever, Longing Still
71 - 148 O Me, What Eyes Hath Love Put In My Head
72 - 149 Canst Thou, O Cruel! Say I Love Thee Not

The Sonnets Volume 2: Sonnets 78 To 154 - CD

de William Shakespeare

Propriedade Descrição
editora: HELIOS
Data de Lançamento: Janeiro de 1988
Dimensões: 125 x 140 x 8 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Outros Géneros > Infantil (em Inglês)
EAN: 0034571180229
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

William Shakespeare

Poeta e dramaturgo inglês nascido em 1564, em Stratford-Upon-Avon, e falecido em 1616. O seu aniversário é comemorado a 23 de abril e sabe-se que foi batizado a 26 de abril de 1564. Stratford-Upon-Avon era então uma próspera cidade mercantil, uma das mais importantes do condado de Warwickshire. O seu pai, John Shakespeare, era um comerciante bem sucedido e membro do conselho municipal. A mãe, Mary Arden, pertencia a uma das mais notáveis famílias de Warwickshire. Shakespeare frequentou o liceu de Stratford, onde os filhos dos comerciantes da região aprendiam Grego e Latim e recebiam uma educação apropriada à classe média a que pertenciam. São conhecidos poucos factos da vida de Shakespeare entre a altura em que deixou o liceu e o seu aparecimento em Londres como ator e dramaturgo por volta de 1599. Em 1582 casou com Anne Hathaway, oito anos mais velha do que ele, e o casal teve três filhos: Suzanna (nascida em 1583), e os gémeos Hamnet e Judith (nascidos em 1585). A primeira referência a Shakespeare como ator e dramaturgo encontra-se em A Groatsworth of Wit (1592), um folheto autobiográfico da autoria do dramaturgo londrino Robert Greene, onde o escritor é acusado de plágio. Nesta altura Shakespeare era já conhecido em Londres, embora não se saiba com exatidão a data do seu aparecimento na capital. Em virtude do encerramento dos teatros londrinos entre 1592-94, Shakespeare compôs nessa época dois poemas narrativos: Venus and Adonis (publicado em 1593) e The Rape of Lucrece (publicado em 1594). No inverno de 1594 integrou a mais importante companhia de teatro isabelina, The Lord Chamberlain's Men, onde permaneceu até ao final da sua carreira. A companhia deveu à popularidade de Shakespeare o seu lugar privilegiado entre as restantes companhias de teatro até ao encerramento dos teatros pelo Parlamento inglês em 1642. Em 1598 foi inaugurado o Globe Theatre, o teatro da companhia a que Shakespeare se associara, construído pelo ator e empresário Richard Burbage no bairro de Southwark, na margem sul do Tamisa. Depois da ascensão ao trono de Jaime I (em 1603) a companhia The Lord Chamberlain's Men passou para a tutela real, e o seu nome foi alterado para The King's Men. A passagem de Shakespeare pelos palcos associa-se a breves desempenhos: Adam na peça As You Like It e o fantasma (Ghost) em Hamlet. Depois de ter comprado algumas propriedades em Strattford, Shakespeare retirou-se para a sua terra natal em 1610, mantendo todavia o contacto com Londres. O Globe Theatre foi destruído pelo fogo no dia 23 de junho de 1613, durante uma representação da peça Henry VIII. Além de uma coleção de sonetos e de alguns poemas épicos, Shakespeare escreveu exclusivamente para o teatro. As suas 37 peças dividem-se geralmente em três categorias: comédias, dramas históricos e tragédias. Entre os dramas históricos, género que primeiro cultivou, destacam-se Richard III (Ricardo III), Richard II (Ricardo II) e Henry IV (Henrique IV). Entre as suas comédias contam-se Love's Labour's Lost, The Comedy of Errors, The Taming of the Shrew, a comédia de intenção séria The Merchant of Venice (O Mercador de Veneza), As You Like It (Como Quiserem) e A Midsummer Night's Dream (Um Sonho de Uma Noite de Verão). A tragédia não é uma forma que pertença exclusivamente a um determinado período na evolução da obra de Shakespeare. Sob influência de Marlowe, a forma de tragédia já se encontrava nas peças que dramatizavam episódios da História inglesa. Em Romeo and Juliet (Romeu e Julieta) e Julius Caesar (Júlio César) Shakespeare combinou a perspetiva histórica com uma interpretação trágica dos conflitos humanos. O período em que Shakespeare escreveu as suas grandes tragédias iniciou-se com Hamlet, escrita entre 1600-1602, a que se seguiram Othelo, Macbeth, King Lear, Anthony and Cleopatra e Coriolanus, todas elas compostas entre 1601 e 1608. Na última fase da carreira de Shakespeare situam-se as peças de tom mais ligeiro: Cymbeline, The Winter's Tale e The Thempest. Parte das obras de Shakespeare foram publicadas durante a vida do autor, por vezes em edições pirateadas, mas só em 1623 apareceu a edição "Fólio", compilada por John Heminges e Henry Condell, dois atores que tinham trabalhado com Shakespeare. No século XVIII as peças foram publicadas por Alexander Pope (em 1725 e 1728) e Samuel Johnson (em 1765), mas só com o Romantismo se compreendeu a profundidade e extensão do génio de Shakespeare. No século XX reforçou-se a tendência para considerar a obra de Shakespeare integrada nos contextos dramáticos que a suscitaram.

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