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The Seduction of Ingmar Bergman - CD Música

de Sparks
editora: BMG, maio de 2022 ‧
15,90€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - 1956 Cannes Film Festival
02 - I Am Ingmar Bergman
03 - Limo Driver (Welcome to Hollywood)
04 - Here He Is Now
05 - Mr Bergman, How Are You?
06 - He'll Come Around
07 - En Route to the Beverly Hills Hotel
08 - Hollywood Welcoming Committee
09 - I've Got to Contact Sweden
10 - The Studio Commissary
11 - I Must Not Be Hasty
12 - Quiet On the Set
13 - Why Do You Take That Tone With Me?
14 - Pleasant Hotel Staff
15 - Hollywood Tour Bus
16 - Autograph Hounds
17 - Bergman Ponders Escape
18 - We've Got to Turn Him 'Round
19 - Escape (Part 1)
20 - Escape (Part 2)
21 - Oh My God
22 - Garbo Sings
23 - Almost a Hollywood Ending
24 - He's Home

The Seduction of Ingmar Bergman - CD

de Sparks

Propriedade Descrição
editora: BMG
Data de Lançamento: maio de 2022
Dimensões: 143 x 126 x 4 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Electrónica
EAN: 4050538711387
Número de discos: 2
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Sparks

Sparks é uma banda icónica de pop e rock experimental, formada em 1967, em Los Angeles, Califórnia, pelos irmãos Ron Mael (teclados) e Russell Mael (vocalista). Conhecidos pela sua abordagem excêntrica e inovadora à música pop, os Sparks misturam letras inteligentes e muitas vezes irónicas com arranjos musicais sofisticados e uma teatralidade única, o que lhes valeu uma legião de fãs fiéis e o estatuto de uma das bandas mais influentes e singulares da música contemporânea.

Originalmente chamada Halfnelson, a banda lançou o seu álbum de estreia homónimo em 1971, mas foi com a mudança para o nome Sparks e o lançamento de Kimono My House (1974) que alcançaram notoriedade internacional. Este álbum, um marco do glam rock, incluiu o grande sucesso "This Town Ain't Big Enough for Both of Us", que se tornou um dos seus maiores hinos. A mistura de vocais dramáticos de Russell e as composições ousadas de Ron estabeleceu o som característico da banda.

Ao longo das décadas, os Sparks reinventaram-se constantemente, explorando uma vasta gama de estilos musicais, incluindo disco, synth-pop, new wave e rock sinfónico. Álbuns como No. 1 in Heaven (1979), produzido por Giorgio Moroder, marcaram uma viragem para a música eletrónica, enquanto Angst in My Pants (1982) e Gratuitous Sax & Senseless Violins (1994) mostraram a sua capacidade de se manterem relevantes em diferentes eras musicais.

A banda continuou a desafiar as expectativas com álbuns como Lil' Beethoven (2002), que fundiu elementos de música clássica com pop experimental, e Hippopotamus (2017), que recebeu aclamação crítica e mostrou que a criatividade dos irmãos Mael continua inabalável. Em 2021, lançaram Annette, uma banda sonora para o filme musical homónimo, realizado por Leos Carax, que venceu o prémio de Melhor Banda Sonora no Festival de Cannes.

Sparks é amplamente reconhecida pela sua influência em artistas e bandas de várias gerações, desde Queen a Depeche Mode, The Smiths e Franz Ferdinand, com quem colaboraram no projeto FFS (2015). A sua longevidade e inovação foram celebradas no documentário The Sparks Brothers (2021), realizado por Edgar Wright, que trouxe a banda a uma nova audiência global.

Com uma carreira de mais de cinco décadas e uma discografia recheada de álbuns inovadores e canções memoráveis, Sparks continua a ser um exemplo de criatividade e reinvenção no mundo da música, conquistando fãs novos e antigos com o seu estilo único e irreverente.

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