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The Money Store - CD Música

de Death Grips
editora: Epic, Janeiro de 2012 ‧
14,87€
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ALINHAMENTO

Disco 1
01 - Get Got
02 - The Fever (Aye Aye)
03 - Lost Boys
04 - Blackjack
05 - Hustle Bones
06 - I've Seen Footage
07 - Double Helix
08 - System Blower
09 - The Cage
10 - Punk Weight
11 - Fuck That
12 - Bitch Please
13 - Hacker

The Money Store - CD

de Death Grips

Propriedade Descrição
editora: Epic
Data de Lançamento: Janeiro de 2012
Dimensões: 142 x 127 x 9 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Experimental/Industrial/EBM
EAN: 0886919635126
Duração (m): 41
Número de discos: 1
Formato: CD / Album

SOBRE O ARTISTA

Death Grips

Death Grips é uma banda norte-americana de experimental hip-hop formada em 2010 em Sacramento, Califórnia. Composta por MC Ride (Stefan Burnett) nos vocais, Zach Hill na bateria e produção, e Andy Morin (conhecido como Flatlander) na produção e teclados, a banda é conhecida pelo seu som abrasivo, caótico e inovador, que mistura hip-hop, música industrial, punk e eletrónica.

O primeiro lançamento da banda, a mixtape Exmilitary (2011), apresentou ao mundo o estilo visceral e agressivo de Death Grips. Com faixas como "Guillotine" e "Takyon (Death Yon)", a mixtape chamou a atenção pela sua abordagem disruptiva, misturando batidas pesadas, vocais intensos e um ethos punk que desafiava convenções musicais.

Em 2012, lançaram The Money Store, o seu primeiro álbum de estúdio pela Epic Records. Este trabalho recebeu aclamação da crítica pela sua fusão inovadora de géneros e letras enigmáticas, sendo considerado um marco na música experimental. Contudo, a banda continuou a romper barreiras ao lançar No Love Deep Web no mesmo ano, sem a autorização da editora. A capa controversa e o lançamento inesperado solidificaram a reputação da banda como rebelde e imprevisível.

Os álbuns seguintes, como Government Plates (2013) e The Powers That B (2015), continuaram a explorar territórios sonoros extremos, misturando glitch, noise e batidas intensas com a abordagem vocal inconfundível de MC Ride. The Powers That B, dividido em duas partes (Niggas on the Moon e Jenny Death), tornou-se um dos trabalhos mais icónicos da banda, abordando temas como alienação, identidade e caos.

Death Grips também é conhecida pela sua performance ao vivo altamente energética e imprevisível, bem como pela relação pouco convencional com os fãs e a indústria musical. A banda tem um histórico de cancelar espetáculos e evitar entrevistas, optando por deixar a música e os visuais falarem por si.

O álbum Year of the Snitch (2018) continuou a empurrar os limites do som da banda, colaborando com figuras inusitadas como Andrew Adamson, diretor de Shrek. Este trabalho consolidou a sua posição como uma das bandas mais vanguardistas e imprevisíveis da era moderna.

Death Grips transcende categorias tradicionais, sendo mais do que apenas uma banda de hip-hop ou eletrónica. A sua música, frequentemente descrita como uma experiência visceral e caótica, continua a desafiar convenções, inspirando uma legião de fãs dedicados e influenciando artistas de diversos géneros. Com uma abordagem única e intransigente, Death Grips mantém-se como uma força revolucionária no mundo da música experimental.

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