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The Jethro Tull Christmas Album (Fresh Snow At Christmas) - Vinil Música

de Jethro Tull
editora: Inside Out Music, Janeiro de 2024 ‧
52,57€
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ALINHAMENTO

Disco 1
A1 - Birthday Card At Christmas
A2 - Holly Herald
A3 - A Christmas Song
A4 - Another Christmas Song
B1 - God Rest Ye Merry Gentleman
B2 - Jack Frost And The Hooded Crow
B3 - Last Man At The Party
B4 - Weathercock
C1 - Pavane
C2 - First Snow On Brooklyn
C3 - Greensleeved
C4 - Fire At Midnight
D1 - We Five Kings
D2 - Ring Out Solstice Bells
D3 - Bourée
D4 - A Winter Snowscape

Informação Adicional
Gatefold sleeve including insert with lyrics.

Originally released in 2003, the album has been remixed from the original tapes by Bruce Soord.

The Jethro Tull Christmas Album (Fresh Snow At Christmas) - Vinil

de Jethro Tull

Propriedade Descrição
editora: Inside Out Music
Data de Lançamento: Janeiro de 2024
Dimensões: 313 x 316 x 14 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Alternativa/Indie > Indie
EAN: 0198028358118
Número de discos: 2
Formato: Vinyl / LP / Album / Reissue / Stereo

SOBRE O ARTISTA

Jethro Tull

Jethro Tull é uma banda britânica de rock progressivo que se destacou por sua fusão única de rock, folk, blues, jazz e música clássica, além da presença marcante da flauta como instrumento principal. Formada em 1967, a banda é liderada pelo carismático Ian Anderson, que não só é o vocalista, mas também flautista, guitarrista acústico e principal compositor. A capacidade de Anderson de combinar diferentes estilos musicais com letras poéticas e frequentemente satíricas ajudou Jethro Tull a se tornar uma das bandas mais inovadoras e influentes do rock progressivo.

O nome Jethro Tull foi escolhido de forma quase acidental, inspirado por um agrônomo britânico do século XVIII que inventou a sementeira mecânica. Este nome único acabou por se tornar sinónimo de uma das bandas mais ecléticas e inventivas da sua geração.

O primeiro álbum da banda, This Was (1968), apresentou um som mais próximo do blues rock, mas com elementos que já apontavam para a direcção progressiva que a banda tomaria. No entanto, foi com o segundo álbum, Stand Up (1969), que Jethro Tull começou a definir o seu estilo característico. Este álbum marcou o início da liderança artística de Ian Anderson, com a introdução mais proeminente da flauta e a mistura de rock com influências folk.

Em 1971, Jethro Tull lançou Aqualung, o álbum que é frequentemente considerado o ponto alto da sua carreira. Aqualung foi aclamado tanto pela crítica quanto pelos fãs e incluiu algumas das canções mais icónicas da banda, como "Aqualung," "Cross-Eyed Mary," e "Locomotive Breath." O álbum abordou temas sociais e religiosos, explorando questões como a hipocrisia religiosa e a alienação, com letras incisivas e arranjos musicais complexos. Aqualung não só consolidou o sucesso de Jethro Tull, mas também os colocou no centro do cenário do rock progressivo.

O sucesso de Aqualung foi seguido por outro álbum inovador, Thick as a Brick (1972), que é amplamente considerado uma obra-prima do rock progressivo. Thick as a Brick foi concebido como uma única peça de música dividida em duas partes, cobrindo os dois lados do disco de vinil original. O álbum é uma paródia dos álbuns conceituais progressivos que estavam na moda na época, mas ao mesmo tempo é um dos exemplos mais ambiciosos e bem-sucedidos do género. A música complexa, as mudanças de tempo e a estrutura lírica intrincada fizeram de Thick as a Brick um clássico do rock.

Em 1973, a banda lançou A Passion Play, outro álbum conceitual que, embora tenha recebido críticas mistas na época, é hoje reconhecido como uma obra significativa no catálogo da banda. O álbum continuou a explorar temas complexos e estruturou-se como uma única peça de música, mantendo o espírito progressivo e experimental.

Ao longo dos anos 1970, Jethro Tull continuou a explorar e a expandir o seu som com álbuns como War Child (1974), Minstrel in the Gallery (1975) e Songs from the Wood (1977). Songs from the Wood marcou o início de uma fase mais focada no folk rock, onde a banda incorporou mais elementos da música tradicional britânica, mantendo o seu estilo progressivo.

O final dos anos 1970 e início dos anos 1980 viu a banda a experimentar novos sons e géneros. Heavy Horses (1978) e Stormwatch (1979) continuaram a explorar a fusão de folk e rock, enquanto A (1980) apresentou um som mais eletrónico, refletindo as mudanças na música popular da época.

Em 1987, Jethro Tull lançou Crest of a Knave, que marcou um retorno ao rock mais pesado e ganhou o Grammy de Melhor Performance de Hard Rock/Metal em 1989, numa decisão controversa que surpreendeu muitos, inclusive os próprios membros da banda, já que Jethro Tull era tipicamente associado ao rock progressivo e não ao metal.

Nos anos seguintes, Jethro Tull continuou a gravar e a fazer digressões, mantendo uma base de fãs leal em todo o mundo. A banda lançou vários álbuns durante as décadas de 1990 e 2000, incluindo Roots to Branches (1995) e J-Tull Dot Com (1999), que continuaram a explorar a fusão de estilos e a criatividade lírica de Ian Anderson.

Embora a banda tenha passado por várias mudanças na formação ao longo dos anos, Ian Anderson manteve-se como a força criativa central de Jethro Tull. A sua habilidade única de combinar música complexa com letras poéticas e uma presença de palco cativante fez de Jethro Tull uma das bandas mais respeitadas do rock progressivo.

Em 2012, Anderson lançou Thick as a Brick 2, uma sequência ao álbum clássico de 1972, e em 2022, Jethro Tull lançou The Zealot Gene, o primeiro álbum de estúdio da banda em quase duas décadas, que foi bem recebido pelos fãs e pela crítica.

Jethro Tull continua a ser uma presença vital na música, com uma discografia rica e variada que abrange muitos estilos e influências. A banda deixou um legado duradouro como pioneira do rock progressivo, e a sua música continua a influenciar gerações de músicos e fãs em todo o mundo.

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