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The End Is Never Really Over (RSD 2020) - Vinil Música

de Daniel Johnston
editora: Feraltone, agosto de 2020 ‧
143,56€
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ALINHAMENTO


Disco 1
01 - My Life Is Starting Over
02 - Honey I Sure Miss You
03 - I Feel So High
04 - A Ghostly Story
05 - Tell Me Now
06 - Easy Listening
07 - I Know Casper
08 - The Startling Facts
09 - Hoping
10 - It's Got to Be Good
11 - Happy Soul
12 - The Dream Is Over
13 - Love of My Life
14 - I Killed the Monster
15 - Laurie
16 - Fate Will Get Done

Disco 2
01 - Devil Town
02 - Spirit World Rising
03 - Held the Hand
04 - Lord Give Me Hope
05 - Some Things Last a Long Time
06 - Tears Stupid Tears
07 - Don't Play Cards With Satan
08 - True Love Will Find You in the End
09 - Got to Get You Into My Life
10 - Careless Soul
11 - Funeral Home
12 - Softly and Tenderly

The End Is Never Really Over (RSD 2020) - Vinil

de Daniel Johnston

Propriedade Descrição
editora: Feraltone
Data de Lançamento: agosto de 2020
Dimensões: 313 x 316 x 14 mm
Tipo de produto: Música
Classificação Temática: Pop-Rock > Pop-Rock
EAN: 5051083154697
Número de discos: 2
Formato: Vinyl / 12" Album

SOBRE O ARTISTA

Daniel Johnston

Daniel Johnston foi um cantor, compositor e artista visual americano, nascido a 22 de janeiro de 1961 em Sacramento, Califórnia, e falecido a 11 de setembro de 2019. Johnston tornou-se uma figura icónica no mundo da música alternativa, conhecido pelo seu estilo lo-fi, letras profundamente pessoais e a sua voz crua e emotiva. Apesar das suas lutas pessoais com a saúde mental, que marcaram grande parte da sua vida e obra, Johnston deixou um legado duradouro como um dos mais autênticos e influentes artistas do underground americano.

Johnston começou a gravar as suas canções nos anos 80, utilizando um simples gravador de cassetes em sua casa. Os seus primeiros álbuns, como Songs of Pain (1981) e Hi, How Are You (1983), foram distribuídos de mão em mão, e rapidamente ganharam um culto de seguidores, atraídos pela sua sinceridade brutal, pelas melodias cativantes e pelas letras que abordavam temas como amor, depressão e a luta interna entre o bem e o mal. A sua música, com produção rudimentar e performances despojadas, capturou a atenção de músicos e fãs que se identificavam com a sua vulnerabilidade e autenticidade.

O reconhecimento de Daniel Johnston cresceu significativamente nos anos 80, especialmente após Kurt Cobain, vocalista dos Nirvana, ser visto a usar uma t-shirt com a capa do álbum Hi, How Are You. Isto ajudou a trazer Johnston para um público mais amplo, e a sua música começou a ser celebrada pela sua influência no movimento indie e alternativo. Artistas como Tom Waits, Beck, e Sonic Youth também reconheceram a importância de Johnston, gravando versões das suas canções e citando-o como uma influência significativa.

Ao longo da sua carreira, Daniel Johnston lutou com doenças mentais, incluindo transtorno bipolar, o que afetou a sua capacidade de se manter ativo na música de forma consistente. No entanto, ele continuou a gravar e a lançar álbuns, incluindo 1990 (1990), Fun (1994) e Fear Yourself (2003), colaborando com outros músicos e produtores que admiravam o seu trabalho. A sua arte visual, frequentemente caracterizada por desenhos de personagens como o seu icónico "Froggy", também recebeu reconhecimento, com exposições em galerias e museus.

Daniel Johnston é lembrado como um dos mais singulares e tocantes artistas da música moderna. A sua capacidade de expressar emoções profundas com uma simplicidade desarmante fez dele uma figura querida e admirada por muitos, tanto dentro como fora do mundo da música. O documentário The Devil and Daniel Johnston (2005) ajudou a solidificar o seu legado, contando a história da sua vida e obra de forma comovente. Apesar das suas dificuldades pessoais, Johnston deixou um impacto profundo na música e na cultura, inspirando gerações de artistas e fãs com a sua honestidade inabalável e o seu talento único.

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